Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Retículos Endoplasmáticos Com Madreporitos Neles Segundo A Ciência
Um dos principais objetivos das ciências que estudam a vida fora da Terra é sem sombras de dúvidas,entender as possibilidades da vida extraterrestre existir e suas evoluções em vários tipos de corpos celestes tanto aqueles que possuem condições ambientais e climáticas idênticas àquelas encontradas aqui na Terra quanto aqueles que são diferentes dela,buscando entender também como esses climas e ambientes influenciam a biodiversidade e como isso alteraria a evolução da vida terráquea caso ela fosse diferente do que realmente seja,nas quais apesar de não sabermos ainda onde a vida alienígena esteja localizada no Universo,sabemos que a vida fora da Terra tenderá a ser bem biodiversificável devido ao fato de diversos fatores influenciarem os padrões ambientais e climáticos dos corpos celestes tornando-os bem únicos e singulares entre si,contribuindo assim para a geração de novas formas de vidas com características evolutivas exclusivas e singulares entre os seres vivos terráqueos conhecidos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem retículos endoplasmáticos com madreporitos neles,de modo a privilegiar bastante seus seres vivos,especialmente pelo fato dos madreporitos reticulares endoplasmáticos evitarem ao máximo congestionamento prejudicial dentro de seus retículos endoplasmáticos,garantindo assim controles mais precisos nas quantidades de lipídeos,de açúcares (caso forem glicogênicos),de proteínas e de cálcio (Ca^2-),assegurando assim um sistema de comunicação metabólica altamente luxuosa e precisa entre seus retículos endoplasmáticos e as demais organelas presentes em seus ambientes e que apenas proteínas e lipídeos realmente funcionais saíam de seus retículos endoplasmáticos apenas na quantidade correta e apenas quando necessário e aumentando assim a eficiência metabólica de seus retículos endoplasmáticos em até 85% em comparação com os retículos endoplasmáticos desprovidos deles,especialmente pelo fato dos madreporitos reticulares endoplasmáticos criarem microambientes altamente especializados dentro deles que separam as diferentes vias metabólicas reticulares endoplasmáticas e tornando-se altamente especializados para elas,além disso,os madreporitos reticulares endoplasmáticos tornarão as vias metabólicas altamente adaptadas às diferentes condições ambientais e metabólicas,mesmo aquelas extremas por mudarem facilmente e rapidamente suas composições químicas,tamanhos,formas,espessuras,estruturas,organizações e números de acordo com elas,além de permitir a reparação rápida,precisa e refinada das membranas reticulares endoplasmáticas por compensarem regiões danificadas ou defeituosas ao direcionarem o fluxo de moléculas para eles,além disso,a estrutura complexa dos madreporitos garantirão que seus retículos endoplasmáticos filtrem precisamente as substâncias químicas desejáveis daquelas indesejadas,protegendo-os assim de substâncias químicas tóxicas,de toxinas e de metais pesados tóxicos,além disso os madreporitos estabilizarão as membranas reticulares endoplasmáticas e garantirão que elas não se colapsem,se rompam,se deformem e vazem diante de estresses ambientais extremos,permitindo assim um controle mais preciso do volume reticular endoplasmático e do fluxo de moléculas como água (H2O) e de íons como cálcio (Ca^2-),potássio (K+) e sódio (Na+),por exemplo,para fora e para dentro de seus retículos endoplasmáticos,de modo a garantir que seus seres vivos tenham maiores chances de sobreviverem em ambientes com pressões variáveis ou ricos em estresses osmóticos como zonas costeiras (marés),cavernas subaquáticas e solos compactados,por exemplo,além de facilitarem de forma significativa a síntese de moléculas calcificantes como paredes reforçadas e esqueletos de pequenos invertebrados,por exemplo,além disso,os madreporitos reticulares endoplasmáticos garantirão uma produção eficiente de energia química através da energia hidrostática através de variações controladas na pressão geram gradientes de fluídos que acionam proteínas motoras nos retículos endoplasmáticos que permitem assim a conversão de energia,permitindo assim também que eles armazenem energia hidrostática na forma de excesso de fluídos e de íons que será rapidamente liberado para gerar energia química ou ajustar a homeostase celular (no caso das espécies celuladas) ou viral (no caso das espécies aceluladas) em situações estressantes como predadores e fatores ambientais extremos,além disso,suas estruturas complexas a reparação e a reciclagem sofisticada de proteínas,de lipídeos e de outros componentes das membranas reticulares endoplasmáticas e a evolução de novas vias metabólicas únicas.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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