Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Túbulos Que Armazenam Várias Pepinas Neles Segundo A Ciência
Com a queda definitiva do geocentrismo e de outros mitos astronômicos que impediam a evolução da ciência como aquela crença de que apenas a Terra poderia ser orbitada pelos demais corpos celestes do Universo,as pessoas passaram a descobrirem uma grande quantidade de planetas localizados fora do Sistema Solar,descobrindo também que alguns deles não orbitam estrela alguma,tendo sido ejetados de seus sistemas planetários originais ou terem sido formados por nuvens colapsadas gravitacionalmente de gases e de poeiras com massas insuficientes para formarem uma estrela,mas grande o suficiente para formar um planeta,e com o passar dos tempos,passou-se a acreditar na existência de planetas localizados fora de galáxias também,sendo ejetados delas ou não,podendo ou não estarem orbitando outras estrelas (dependendo do corpo celeste em si),algo essencial para as ciências dedicadas em estudarem a vida fora da Terra por ensinar-nos que tais mundos tenderão a possuírem ecossistemas repletos em novas formas de vidas com características evolutivas bem singulares e exclusivas entre os seres vivos terráqueos conhecidos devido às interações gravitacionais hipercomplexas entre as galáxias e tais planetas e luas extragalácticas gerarem climas e ambientes jamais vistos antes,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem túbulos que armazenam várias pepinas dentro deles que são organelas caracterizadas por armazenarem genes transcritos,ribossomos e outros cofatores adicionais necessários para a síntese proteica dentro delas semelhantes àquelas encontradas em bactérias Thiomargarita magnífica,de modo a trazer vários benefícios evolutivos para seus seres vivos,especialmente pelo fato dos túbulos pepinais aumentarem ainda mais a resistência de suas pepinas contra vários estresses ambientais inóspitos para a vida como aqueles com níveis extremos de radiações,de temperaturas,de pressões,de estresses mecânicos,de substâncias químicas tóxicas,de toxinas,de metais pesados tóxicos,de radicais livres prejudiciais,de salinidades,de pHs,de íons e de secas,por exemplo,por formarem estruturas bem resistentes e estáveis e um isolamento mais preciso dos genes transcritos,dos ribossomos e dos cofatores adicionais necessários para a síntese proteica contra tais estresses ambientais extremos,por armazenarem grandes quantidades de aminoácidos e de peptídeos neles e transportarem-os precisamente para as pepinas para usos posteriores apenas quando necessário e nas quantidades ideais,nas quais as membranas pepinais e desses túbulos pepinais garantirão que apenas o aminoácido correto seja adicionado na cadeia proteica em crescimento e permitindo assim que apenas proteínas com as sequências corretas de aminoácidos saíam deles,além disso,tais túbulos pepinais poderão armazenarem grandes quantidades de ATPs e de coenzimas para usos posteriores,facilitando assim de forma significativa a produção de proteínas mesmo em épocas com recursos escassos,além disso,os túbulos pepinais poderão armazenarem grandes quantidades de proteínas recém-sintetizadas neles e permitindo assim a liberação perspicaz e precisa delas para as demais organelas presentes em seus ambientes como os complexos golgienses,por exemplo. Além disso,os túbulos pepinais facilitarão de forma significativa a regeneração e a recuperação de suas pepinas por serem ricos em enzimas de reparos,antioxidantes e detoxificantes que também aumentam ainda mais a resistência de suas pepinas aos ambientes extremos e assegurando assim que suas pepinas fiquem adaptadas mais facilmente às mudanças ambientais a longos prazos,além de fortalecerem a síntese de proteínas mais complexas por sincronizarem precisamente o metabolismo de várias pepinas presentes neles e facilitarem o compartilhamento de recursos entre elas,garantindo assim a evolução de tecidos e de órgãos mais complexos e especializados,permitindo assim a evolução de células (no caso das espécies celuladas) ou de vírus (no caso das espécies aceluladas) maiores e extensas e fortalecendo de forma significativa "laços" simbióticos com seres vivos simbiontes.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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