Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Reticulos Endoplasmáticos Com Pirenoides Neles Segundo A Ciência
Quando pensamos nos mundos mais promissores para a vida neles,já que o Cosmos possui um número quase incontável de planetas e de luas nele e por isso segundo essa lógica,ele tenderá a possuir uma quantidade bem ampla de planetas e luas habitáveis nele,pensamos nos mundos idênticos à Terra,mas quando pensamos nos lugares onde a evolução tenderá a ser bem incomum e única são os asteroides e os cometas são os mais favoráveis para isso por serem ricos em recursos naturais,moléculas complexas como aminoácidos e nucleotídeos,por exemplo e serem locais bem extremos para a vida,mas não impossíveis de serem habitados,demonstrando-nos o quão biodiversificável seja o Cosmos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem retículos endoplasmáticos com pirenoides neles,de modo a trazer vários benefícios evolutivos para seus seres vivos,especialmente pelo fato dos pirenoides reticulares endoplasmáticas garantirem uma fixação do carbono (C) altamente perspicaz,eficiente e otimizada por isolarem precisamente os precursores metabólicos do Ciclo de Calvin-Benson e/ou de outras vias metabólicas que fixam o carbono (C) das demais vias metabólicas,por concentrarem quantidades bem maiores de enzimas envolvidas nas vias metabólicas envolvidas na fixação do carbono (C) e de seus substratos como monóxido de carbono (CO) e dióxido de carbono (CO2) e garantindo assim que seus seres vivos possam fixarem quantidades bem maiores de carbono (C) mesmo em ambientes com poucas concentrações deles,pelo fato dos retículos endoplasmáticos oferecerem ambientes mais favoráveis para a fixação do carbono (C) e de enzimas para eles,por ajustarem precisamente suas estruturas e de seus retículos endoplasmáticos para otimizar a captura de quantidades diferentes de dióxido de carbono (CO2) e até mesmo de monóxido de carbono (CO),por permitir que a fixação do carbono (C) se adapte mais facilmente e rapidamente às diferentes condições ambientais e metabólicas,mesmo aquelas extremas,por permitir um controle mais preciso e refinado da permeabilidade e da fluidez das membranas de seus retículos endoplasmáticos e da viscosidade de seus lúmens,por garantirem que a fixação do carbono (C) seja segura por serem locais ricos em detoxificantes e em antioxidantes que isolam,neutralizam ou degradam subprodutos tóxicos e radicais livres prejudiciais provindos da fixação do carbono (C),por facilitarem de seus retículos endoplasmáticos com as demais organelas presentes em seus ambientes garantindo assim um transporte direto e preciso de carboidratos,de aminoácidos,de lipídeos e de outros nutrientes,por facilitarem o uso de fontes alternativas de carbono (C) como hidrocarbonetos e seus derivados para a fixação do carbono (C),por garantirem uma detecção precose e precisa dos estresses ambientais extremos,por facilitarem a reparação e a reciclagem altamente perspicaz e refinada de componentes dos retículos endoplasmáticos danificados ou defeituosos,por terem um baixo custo na manutenção de suas organelas,por aumentar a resistência de seus retículos endoplasmáticos a vários estresses ambientais hostis para a vida como aqueles com níveis extremos de substâncias químicas tóxicas,de metais pesados tóxicos,de toxinas,de radicais livres prejudiciais,de secas,de pressões,de estresses mecânicos,de gravidade,de temperaturas,de radiações,de pressões osmóticas e túrgicas,de íons,de pHs e de salinidades,por exemplo,por fortalecerem "laços" simbióticos com seres vivos simbiontes,por garantirem que seus seres vivos tenham maiores chances de sobreviverem em ambientes com carbono (C) limitado e por facilitarem a síntese de compostos químicos defensivos.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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