Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Antigenossomos Segundo A Ciência
Ao embarcamos por essa jornada épica e histórica rumo ao desconhecido celestial percebemos que tudo seja o aparenta ser quando se trata do Universo,já que apesar de aparentar ser um lugar silencioso e escuro e portanto sem algo para ver,o Cosmos revela-nos que ele seja um lugar na realidade repleto de artimanhas e de pegadinhas tão surreais que muitas delas ainda não possuem explicações científicas "sólidas" para isso,além disso,a grande diversidade de estrelas que povoam-o também "força-nos" a acreditar que há estrelas bem exóticas também nele que "pintam" tais shows cósmicos travessos com "cores vivas",por exemplo enquanto todas as estrelas conhecidas emitem luz através da fusão nuclear onde toneladas de átomos de hidrogênio (H) ao convertidas em átomos de hélio (He) a todo momento,algumas delas surpreendem-nos ao emitirem luz na realidade por colisões entre nêutrons e/ou antinêutrons e pelo decaimento de nêutrons e/ou de antinêutrons,nas quais toneladas de nêutrons são convertidos nelas em prótons,em antineutrinos de elétrons e em elétrons a cada instante e/ou toneladas de antinêutrons são convertidos nelas em negátrons (antiprótons),em neutrinos de pósitrons e em pósitrons a cada instante nelas,algo bem curioso. Não é mesmo? Embora tais estrelas não forem confirmadas até o momento,suas existências não podem serem negadas,por serem possíveis delas existirem,embora extremamente diferentes das estrelas conhecidas no Universo e justamente por causa disso que planetas e luas que estejam orbitando-as tenderão a possuírem ecossistemas repletos em novas espécies de seres vivos com evoluções bem singulares e inéditas entre os seres vivos terráqueos conhecidos,demonstrando-nos assim o quão biodiversificável seja o Cosmos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem antigenossomos (organelas que sintetizam,armazenam e degradam antígenos dentro delas),de modo a trazer vários benefícios evolutivos para seus seres vivos,principalmente pelo fato da existência de antigenossomos garantirem um sistema imunológico altamente luxuoso,preciso e otimizado por garantirem um armazenamento seguro de antígenos em seus seres vivos protegendo-os contra degradações enzimáticas acidentais e fatores ambientais e metabólicos extremos,por impedirem com maiores precisões respostas autoimunes que podem destruírem suas próprias células (no caso das espécies celuladas) ou seus próprios vírus (no caso das espécies aceluladas),por garantir respostas imunológicas mais finamente precisas e eficientes já que apenas os antígenos específicos são liberados de seus antigenossomos e apenas quando necessário e nas quantidades ideais,por garantirem que apenas antígenos realmente disfuncionais sejam degradados por seus seres vivos,por assegurarem uma reparação e uma reciclagem altamente luxuosa e precisa de antígenos já liberados por seus seres vivos,por garantirem respostas imunológicas significativamente mais rápidas e precisas por já estarem sintetizados em grandes quantidades e armazenados de maneira segura em seus seres vivos,por facilitarem a síntese de antígenos que seriam impossíveis de serem sintetizados fora de seus antigenossomos com marcadores únicos,complexos e raros,por garantirem antígenos mais estáveis e resistentes por criarem microambientes altamente especializados para eles,garantindo assim não apenas antígenos mais estáveis,mas também o armazenamento viável de vários antígenos ao mesmo tempo,por facilitarem de forma significativa a criação de novas versões dos antígenos como versões menores,mais ativas ou mais específicos do que os antígenos originais ao cortarem,modificarem ou combinarem antígenos dentro de si,algo que seria inviável,raro ou até mesmo impossível fora de seus antigenossomos,por garantirem uma sensibilidade de detecção precisa e precose em até 100x,garantindo assim que seus antígenos reconheçam traços mínimos de toxinas e de patógenos mesmo antes que eles causem danos em seus seres vivos,por garantirem o armazenamento seguro e direto de antígenos entre as células de seus seres vivos pluricelulares ou entre os vírus de seus seres vivos pluriacelulares,por garantirem a captura precisa e refinada de antígenos estranhos ou toxinas patogênicas e modificam-os para seus próprios bens e/ou degradam-os,por facilitarem de forma significativa a evolução de novos antígenos e de novos marcadores em seus seres vivos,por facilitarem de forma significativa a produção de antígenos especifializados para tecidos específicos,garantindo assim a formação de tecidos mais complexos e especializados,por facilitarem a liberação precisa e direcionada de milhares de antígenos específicos contra seus alvos,por assegurarem respostas mais coordenadas de seus seres vivos de maneira geral contra patógenos e predadores,por garantirem a imunidade herdada,nas quais durante as divisões celulares (no caso das espécies celuladas) ou virais (no caso das espécies aceluladas),basta seus antigenossomos se dividirem para protegerem seus herdeiros com maiores precisões,por facilitarem de forma significativa a maturação de antígenos e a evolução de novas versões para eles,por garantirem que suas células (no caso das espécies celuladas) ou que seus vírus (no caso das espécies aceluladas) se lembrem com maiores precisões de experiências passadas e aprendam coisas novas,especialmente em espécies com antigenossomos capazes de degradarem patógenos também,por facilitarem de forma significativa a produção de antígenos minúsculos que são mais ativos e permitem respostas imunológicas mais precisas e eficientes contra patógenos e predadores,por controlarem mais precisamente a intensidade,a frequência e a duração das respostas imunológicas,por garantirem uma marcação molecular inconfundível e facilitando assim de forma bem facilitação a remoção de patógenos espertos que se disfarçam de seus seres vivos,por facilitarem de forma significativa a remoção de células (no caso das espécies celuladas) ou de vírus (no caso das espécies aceluladas) mortos ou danificados em seus seres vivos,assim como a reciclagem de seus códigos genéticos e de outros componentes saudáveis deles,por facilitarem de forma significativa a síntese de moléculas sinalizadoras e de compostos químicos defensivos,por garantirem que os filhos herdem com mais precisões imunidades de seus pais,por facilitarem de forma significativa a distinguição entre patógenos e entre simbioses,mesmo entre indivíduos da mesma espécie e por permitirem que seus seres vivos colonizem ambientes extremos contaminados com maiores precisões.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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