Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Plasticossomos Com Espongiomas Neles Segundo A Ciência
Uma das marcas registradas do Universo é sem sombras de dúvidas,o fato de que nele quando mais aprendemos novas coisas,mais elas nos surpreende ao ficarem extremamente inesperadas e fascinantes,fazendo-nos assim ficarmos cada vez mais apaixonados por ele,e muitas dessas surpresas surreais desse maravilhoso e esplêndido lugar conhecido como 'O Universo' entretanto são desconhecidas pela ciência,mas mesmo assim suas belezas celestiais ilusionistas não nos deixam de chamar nossa atenção,por exemplo algumas estrelas presentes no Cosmos podem serem formadas por um condensado extremamente denso dos seis tipos de quarks conhecidos,sendo as melhores candidatas a isso as estrelas de quarks que ainda não foram descobertas e por serem extremamente diferentes do Sol,planetas e luas que estejam orbitando tais estrelas tenderão a apresentarem biosferas bem exclusivas formadas por espécies de seres vivos com evoluções jamais presenciadas antes aqui na Terra,revelando-nos assim o quão biodiversificável seja o Cosmos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem plasticosssomos (organelas responsáveis por degradarem o plástico nelas) com espongiomas (aqueles canalículos) neles,de modo a trazer vários privilégios evolutivos para seus seres vivos,especialmente pelo fato dos espongiomas plasticossomais garantirem um metabolismo de plásticos altamente preciso,otimizado,perspicaz e luxuoso por aumentarem de forma significativa a resistência de seus plasticossomos contra vários estresses ambientais hostis para a vida como aqueles com níveis extremos de radiações,de temperaturas,de pressões,de estresses mecânicos,de estresses gravitacionais,de substâncias químicas tóxicas,de toxinas,de metais pesados tóxicos,de radicais livres prejudiciais,de salinidades,de pHs,de íons e de secas,por exemplo,enquanto aumentam suas capacidades em lidarem com múltiplos estresses ambientais e metabólicos extremos e garantirem assim respostas mais rápidas,precisas contra eles,por garantirem que a degradação de plásticos estejam precisamente sincronizada com as diferentes condições ambientais e metabólicas,mesmo aquelas extremas,por criarem microambientes altamente especializados dentro de seus plasticossomos e microdomínios funcionais especializados em suas membranas que impedem interferências negativas entre as diferentes vias metabólicas que ocorrem neles e as diferentes etapas de suas realizações,mas assegurando que elas ocorram de forma sequencial,por regularem precisamente a temperatura,a pressão,o pH e a pressão osmótica e túrgica de seus plasticossomos,por garantirem que as membranas plasticossomais fiquem muito menos propensas a sofrerem colapsos,vazamentos,rupturas e deformações diante de estresses ambientais e metabólicos,mesmo aqueles extremos,por facilitarem de forma significativa a quebra de plásticos,enfraquecendo assim suas ligações químicas e expondo totalmente suas áreas às enzimas e garantindo assim a quebra de plásticos até mesmo aqueles resistentes,por garantirem que seus plasticossomos absorvam para si apenas plásticos,por facilitarem de forma significativa a síntese de novos polímeros plásticos que serão utilizados para a formação de novas estruturas biológicas mais resistentes como cutículas,películas,paredes e togas,por exemplo formadas por bioplásticos ultrarresistentes,por isolarem precisamente subprodutos tóxicos como ftalatos,dioxinas,bifenilos e hidrocarbonetos aromáticos,por exemplo e radicais livres prejudiciais produzidos acidentalmente por seus plasticossomos e utilizá-los poderosas obras-primas metabólicas,por facilitarem de forma significativa a produção de energia química e a produção de ATPs também em grandes quantidades através da degradação dos plásticos,por aumentarem exponencialmente a área de superfície de seus plasticossomos e permitir assim que eles degradem quantidades muito maiores de plásticos neles,especialmente pelo fato de seus espongiomas terem superfícies milhares maiores do que suas próprias células (no caso das espécies celuladas) ou do que seus próprios vírus (no caso das espécies aceluladas) e por isso podem abrigarem enormes quantidades de enzimas que degradam o plástico nelas,por facilitarem a utilização dos metais pesados como cobalto (Co),bromo (Br),estanho (Sn),chumbo (Pb),titânio (Ti) e flúor (F) que garantirem estruturas ainda mais resistentes contra estresses ambientais e metabólicos extremos,por facilitarem de forma significativa a quebra de plásticos complexos por garantirem a quebra deles em camadas,por garantirem que seus plasticossomos saibam claramente o tipo de plástico que ele está digerindo,a quantidade,a concentração e a direção que eles estejam vindo,mesmo sem olhos ou cérebros,por garantirem que seus seres vivos fiquem significativamente maiores e cresçam e prosperem em regiões dominadas por espécies alienígenas como os humanos que sintetizam também plásticos,por facilitarem de forma significativa a comunicação entre seus plasticossomos e as demais organelas presentes em seus ambientes,por fortalecerem "laços" simbióticos com seres vivos simbiontes,por facilitarem de forma significativa a digestão de plásticos suspensos no ar,por garantirem que seus seres vivos utilizem qualquer fonte de carbono (C) em seus metabolismos,por controlarem precisamente a permeabilidade e a fluidez das membranas plasticossomais assim como da viscosidade de seus lúmens,por facilitarem o trabalho das enzimas plasticossomais em 1000x ou mais na quebra de plásticos bem resistentes mesmo aqueles que durariam séculos na natureza e por quebrarem aditivos como retardantes de chamas e BPA,por exemplo e utilizá-los em seus metabolismos.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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