Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Glicossomos Que Armazenam Vários Tipos De Polímeros De Glicose (C6H12O6) Para Degradá-Los Posteriormente Na Glicólise Segundo A Ciência
O Cosmos sempre nos surpreendeu com seus quebras-cabeças surreais e incomuns que sempre buscam desafiarem as imaginações até mesmo da ficção científica com suas belezas celestiais de tirar o fôlego,por exemplo acreditem ou não,mas há no manto terrestre um oceano que é "estimado" a ser pelo menos quatro vezes mais profundo e maior do que todos os oceanos terráqueos superficiais juntos na forma de uma massa bem densa de ringwoodita nele,algo que essencial para estudos astrobiológicos posteriores tanto pelo fato desse megaoceano influenciar a intensidade do campo magnético da Terra diretamente e de outros mundos semelhantes quanto pelo fato disso fazer os cientistas reavaliarem se mundos "secos" possam serem de fato inabitáveis,além disso,tais características são cruciais para aumentarem a biodiversidade de seus mundos,tendendo-os a possuírem ecossistemas enriquecidos em novas espécies de seres vivos dotados em evoluções estrambóticas entre os seres vivos terráqueos conhecidos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem glicossomos (organelas que realizam a glicólise nelas) que armazenam vários polímeros da glicose (C6H12O6) como hemicelulose,celulose,paramilo,amido e glicogênio neles para degradá-los,de modo a trazer vários benefícios evolutivos para seus seres vivos,especialmente pela presença de vários tipos de polímeros glicólicos em seus glicossomos garantirem um metabolismo glicossomal altamente luxuoso,preciso,otimizado e eficiente por garantirem que seus seres vivos possam armazenarem quantidades quase impossíveis de glicose (C6H12O6) de forma segura em seus glicossomos para serem produzirem energia química em um espaço bem pequeno e sem alterar a pressão osmótica e túrgica de seus glicossomos,mas pelo contrário aumentando a resistência de suas membranas e tornando-as muito menos propensas a sofrerem colapsos,vazamentos,rupturas e deformações diante de estresses ambientais e metabólicos extremos e controlando assim precisamente a permeabilidade e a fluidez das membranas glicossomais assim como a viscosidade de seus lúmens,enquanto aumentam de forma significativa a resistência de seus glicossomos contra vários estresses ambientais hostis para a vida como aqueles com níveis extremos de radiações,de temperaturas,de pressões,de estresses mecânicos,de estresses gravitacionais,de substâncias químicas tóxicas,de toxinas,de metais pesados tóxicos,de radicais livres prejudiciais,de salinidades,de pHs,de íons e de secas,por exemplo,enquanto aumentam suas capacidades em lidarem com múltiplos estresses ambientais e metabólicos extremos e garantirem assim respostas mais rápidas,precisas,eficientes e otimizadas na detecção precose deles,graças ao fato de cada polímero complexo da glicose (C6H12O6) ter uma propriedade físico-química diferente uns dos outros,por garantirem que seus seres vivos possam realizarem exercícios intensos sem sentirem fadigas por longos períodos de tempos,por oferecerem maiores proteções para as enzimas glicolíticas contra ataques patogênicos e predatórios,inibidores,oxidações prejudiciais,danos oxidativos e degradações enzimáticas acidentais,por garantirem que seus seres vivos respondam de maneira extremamente rápida e precisa a picos de demandas energéticas e metabólicas,evitando riscos de esgotamento súbito ou saturações prejudiciais e garantindo o fornecimento estável de glicose (C6H12O6) por meses,já que seus seres vivos liberarão glicogênio para liberação rápida,amido e/ou paramilo para liberação média,hemicelulose para liberação mais lenta e celulose para liberação bem lenta e de difícil acesso,por aumentarem a resistência de seus seres vivos a fontes externas de carbonos complexos,por garantirem uma reciclagem altamente perspicaz de polímeros glicólicos,e um controle refinado do metabolismo da glicose (C6H12O6) já que um polímero poderá ser convertido em outro para usos posteriores conforme as necessidades metabólicas de seus seres vivos,por facilitarem de forma significativa a comunicação entre seus glicossomos e as demais organelas presentes em seus ambientes,por fortalecerem "laços" simbióticos com seres vivos simbiontes,por garantirem seres vivos com dietas variáveis,já que eles poderão se alimentarem de fibras vegetais (hemicelulose,amido e celulose) e de algas (paramilo) com maiores precisões por terem as enzimas necessárias para suas digestões em seus seres vivos,por regularem precisamente a liberação da glicose (C6H12O6) sem flutuações,por garantirem ambientes extremamente estáveis para cada polímero da glicose (C6H12O6),por assegurarem respostas mais rápidas e precisas a regimes de escassez cíclica ou imprevisível por utilizarem diferentes polímeros da glicose (C6H12O6) de acordo com as diferentes demandas metabólicas de seus seres vivos,o que também permitirá-los usarem o metabolismo glicolítico flexível se seus seres vivos estejam dormindo (paramilo e celulose) ou não (glicogênio e amido) com maiores precisões e por facilitarem de forma significativa a inquisição de novas vias metabólicas em seus seres vivos.
Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Glicossomos Que Armazenam Vários Tipos De Polímeros De Glicose (C6H12O6) Para Degradá-Los Posteriormente Na Glicólise Segundo A Ciência © 2026 by José Aldeir de Oliveira Júnior is licensed under Creative Commons Attribution 4.0 International
*CURIOSIDADE:Para degradarem tais polissacarídeos complexos,tais glicossomos precisam de enzimas que permitam isso acontecer,por exemplo no caso da celulose,as enzimas celulares que fazem esse trabalho,sendo que podem serem divididas em endoglucanases quando cortam as regiões amorfas internas da celulose e em exoglucanases quando cortam as regiões amorfas externas da celulose,liberando consigo a celobiose (o dímero de glicose) em quanto que as enzimas beta-glicosidases cortam as ligações 1,4 dessas moléculas quebrando assim uma molécula de celobiose em duas moléculas de glicose separadas,já a hemicelulose por ser um heteropolímero da glicose,além de hemicelulases,a hemicelulose precisa de enzimas a mais como endoxilanases que clivam a xilana que é o tipo mais comum de hemicelulose,as enzimas beta-xilosidades que hidrolisam os fragmentos menores (celobiose) em xilose,as enzimas endomananases e beta-manosidades que degradam as cadeias de manana em manose,as enzimas alfa-galactosidases e beta-galactosidases que degradam a galactose presente nas cadeias de manose e de xilose,a enzima alfa-L-ramnosidase que degrada a ramnose,a enzima alfa-glicuronidase que degrada o ácido glicurônico,a enzima acetil xilana esterase que remove os grupos acetil da xilose e a enzima feruloil esterase que cliva as ligações ésteres do ácido ferúlico,por exemplo,além disso,o monossacarídeo arabinose é também liberado durante a degradação da hemicelulose pela enzima alfa-L-arabinofuranosidase,nas quais por ser um monossacarídeo,sua metabolização é mais complexa:A L-arabinose é convertida em L-ribulose pela enzima L-arabinose isomerase (AraA) que é então fosforilada a L-ribulose-5-fosfato pela enzima L-ribulose-5-fosfato 4-epimerase (AraD) que é então fosforilada e convertida em D-xilulose-5-fosfato pela enzima L-ribulocinase (AraB) que então convertida em gliceraldeído-3-fosfato e sedoeptulose-7-fosfato pela enzima transcetolase que são então convertidos em frutose-6-fosfato e eritrose-4-fosfato pela enzima transaldolase,então a enzima transcetolase faz uma molécula de xilulose-5-fosfato reagir com uma molécula de eritrose-4-fosfato para formar frutose-6-fosfato e gliceraldeído-3-fosfato,nas quais a frutose-6-fosfato é convertida em glicose-6-fosfato pela enzima fosfoglicose isomerase que é finalmente transformada em glicose pela enzima glicose-6-fosfatase,porém às vezes a arabinose pode seguir a via metabólica redutiva que acontece assim:A L-arabinose é reduzida a L-arabinitol pela enzima L-arabinose redutase que é oxidado a L-xilulose pela enzima L-arabinitol 4-desidrogenase que então reduzido a L-xilitol pela enzima L-xilulose redutase que é oxidado a D-xilulose pela enzima xilitol desidrogenase que é fosforilado a D-xilulose-5-fosfato pela enzima xilulocinase que então convertida em gliceraldeído-3-fosfato e sedoeptulose-7-fosfato pela enzima transcetolase que são então convertidos em frutose-6-fosfato e eritrose-4-fosfato pela enzima transaldolase,então a enzima transcetolase faz uma molécula de xilulose-5-fosfato reagir com uma molécula de eritrose-4-fosfato para formar frutose-6-fosfato e gliceraldeído-3-fosfato,nas quais a frutose-6-fosfato é convertida em glicose-6-fosfato pela enzima fosfoglicose isomerase que é finalmente transformada em glicose pela enzima glicose-6-fosfatase,tais glicossomos podem terem as duas vias metabólicas,mas a Via da Isomerização está mais presente em microorganismos,enquanto que a Via da Redução da Arabinose está mais presente em fungos aqui na Terra.
AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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