Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Complexos Oxigenossomais Neles Segundo A Ciência
Por muitos e muitos anos,as pessoas pensaram que apenas a Terra tivesse água (H2O) nela,mas descobertas modernas evidenciaram-nos que os interiores das luas congeladas do Sistema Solar e dos planetas-anões têm tudo para possuírem oceanos muito maiores do que os oceanos terráqueos juntos e não apenas isso,embaixo de suas grossas camadas de gelos também possui grandes evidências de haverem grandes oceanos e acreditem ou não,mas caso a Terra tivesse grossas camadas de gelos ou oceanos subterrâneos dentro dela,a vida nela seria irreconhecível e por isso acreditam-se que tais mundos tenderão a possuírem ecossistemas enriquecidos em novas formas de vidas com evoluções bem exclusivas e singulares entre os seres vivos terráqueos conhecidos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem complexos oxigenossomais (organelas que organizam os oxigenossomos (organelas ricas nas enzimas MOEC (complexos da Evolução do Oxigênio),catalase,dismutase e em outras enzimas que transformam a água (H2O) em oxigênio molecular (O2)) em cisternas (dictiossomos) de forma semelhante aos complexos golgienses) neles,de modo a trazer vários benefícios evolutivos para seus seres vivos,especialmente pelo fato dos complexos oxigenossomais garantirem uma produção de oxigênio molecular (O2) altamente luxuosa,precisa,otimizada e eficiente por aumentarem exponencialmente a área de superfície de seus oxigenossomos e permitindo-os assim sintetizarem e armazenarem quantidades muito maiores de oxigênio molecular (O2) de maneira segura neles,por regularem precisamente a temperatura,o pH e a pressão osmótica e túrgica de seus oxigenossomos,por garantirem a produção sequencial do oxigênio molecular (O2) em fases,por tornarem as membranas oxigenossomais muito menos propensas a sofrerem colapsos,vazamentos,rupturas e deformações diante de estresses ambientais e metabólicos extremos,por aumentarem a resistência de seus oxigenossomos contra vários estresses ambientais hostis para a vida como aqueles com níveis extremos de radiações,de temperaturas,de tensões superficiais,de pressões,de estresses mecânicos,de estresses gravitacionais,de substâncias químicas tóxicas,de toxinas,de metais pesados tóxicos,de radicais livres prejudiciais,de salinidades,de pHs,de íons e de secas,por exemplo,enquanto aumentam suas capacidades em lidarem com múltiplos estresses ambientais e metabólicos extremos e garantirem assim respostas mais rápidas,precisas,eficientes e otimizadas na detecção precose deles e por criarem microambientes altamente especializados dentro de seus oxigenossomos e microdomínios funcionais especializados em suas membranas que impedem interferências negativas entre as diferentes vias metabólicas que ocorrem neles e as diferentes etapas de suas realizações,mas assegurando que elas ocorram de forma sequencial,por controlarem precisamente a permeabilidade e a fluidez das membranas oxigenossomais assim como a viscosidade de seus lúmens,por isolarem precisamente subprodutos tóxicos e radicais livres prejudiciais produzidos acidentalmente por seus oxigenossomos durante suas tarefas metabólicas,por garantirem a concentração refinada e segura de oxigênio molecular (O2) antes de liberá-lo,por garantirem a liberação gradual,precisa e direcionada de oxigênio molecular (O2) para as demais organelas presentes em seus ambientes,por regularem precisamente a taxa de produção do oxigênio molecular (O2) segundo as necessidades metabólicas de seus seres vivos,por garantirem a reciclagem altamente perspicaz e luxuosa de água (H2O) e de oxigênio molecular (O2) através da fixação do dióxido de carbono (CO2),por garantirem a reparação de seus oxigenossomos sem os deixarem disfuncionais,por facilitarem de forma significativa a comunicação entre seus oxigenossomos e as demais organelas presentes em seus ambientes,por fortalecerem "laços" simbióticos com seres vivos simbiontes,por garantirem um gradiente luxuoso e sofisticado de oxigênio molecular (O2) nas cisternas oxigenossomais e assegurando assim a concentração perfeita de camada em camada do oxigênio molecular (O2),por assegurarem a proporção correta das enzimas oxigenossomais em cada cisterna,por garantirem cisternas capazes de trabalharem nos dois lados ao mesmo tempo,por controlarem precisamente a concentração de oxigênio molecular (O2) nos oxigenossomos e impedindo assim o surgimento de danos oxidativos causados por ele em seus oxigenossomos,por garantirem respostas extremamente mais rápidas e precisas contra hipóxia em ambientes microaerófilicos e anaeróbicos,por garantirem que o oxigênio molecular (O2) seja transportado em vesículas para as organelas que precisam dele e não seja dispersado ou se difundam de maneira prejudicial,por impedirem precisamente a difusão e a dispersão prejudicial de oxigênio molecular (O2) para fora de seus complexos oxigenossomais,por garantirem um metabolismo oxigênico mais redundante e resiliente,por facilitarem de forma significativa a divisão de seus oxigenossomos e a transmissão de novos oxigenossomos para as próximas gerações,por facilitarem de forma significativa a evolução de tecidos e de órgãos mais complexos e especializados e por facilitarem de forma significativa a evolução de seus oxigenossomos.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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