Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Túbulos Multivesiculares (TMVs) E Autofagossomos Com Capsídeos Neles Segundo A Ciência

  Desde que os tempos mais antigos da humanidade,as pessoas acreditam que o Universo possui um número quase incontável de estrelas que são bem singulares entre si,e obviamente muitas delas são claramente diferentes de serem explicadas e acreditamos nelas apenas porque foram observadas várias vezes por máquinas espaciais de últimas gerações,por exemplo,acreditem ou não,mas algumas estrelas presentes no Cosmos são formadas por elementos químicos pesados,sendo eles mais pesados do que o ferro (Fe) como urânio (U) e ouro (Au),por exemplo,porém não há respostas "sólidas" na comunidade científica ortodoxa sobre elas senão que elas provieram de gases e de poeiras cósmicas ricas neles que aí sim são naturalmente ricas nesses elementos químicos formados após explosões imensas como as supernovas,por exemplo,mas mesmo assim isso não se "solidifica" como algo explicável,mas uma coisa é certa:Planetas e luas ao redor delas tenderão a possuírem ecossistemas enriquecidos em novas formas de vidas com características evolutivas estrambóticas e peculiares entre os seres vivos terráqueos conhecidos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem túbulos multivesiculares (TMVs) e autofagossomos com capsídeos neles,de modo a trazer vários benefícios evolutivos para seus seres vivos,especialmente pelo fato dos capsídeos tubulares multivesiculares (TMVs) e autofagossomais garantirem uma degradação de compostos químicos altamente luxuosa,precisa,otimizada e eficiente por aumentarem exponencialmente a área de superfície de seus túbulos multivesiculares (TMVs) e de seus autofagossomos e permitindo-os armazenarem quantidades muito maiores de vesículas especializadas em compostos químicos diferentes destinados a serem degradados nelas,por isolarem precisamente a degradação de organelas danificadas,de substâncias químicas tóxicas,de toxinas,de metais pesados tóxicos,de radicais livres prejudiciais,de patógenos e de resíduos metabólicos e impedindo assim que eles vazem para fora de seus túbulos multivesiculares (TMVs) e de seus autofagossomos antes e durante suas degradações,por tornarem as membranas tubulares multivesiculares (TMVs) e autofagossomais muito menos propensas a sofrerem colapsos,vazamentos,rupturas e deformações diante de estresses ambientais e metabólicos extremos,por garantirem uma fusão controlada entre as vesículas e organelas degradativas como lisossomos, peroxissomos e lisoperoxissomos,por exemplo,por aumentarem de forma significativa a resistência de seus túbulos multivesiculares (TMVs) e de seus autofagossomos contra vários estresses ambientais hostis para a vida como aqueles com níveis extremos de radiações,de temperaturas,de pressões,de estresses mecânicos,de estresses gravitacionais,de substâncias químicas tóxicas,de toxinas,de metais pesados tóxicos,de radicais livres prejudiciais,de salinidades,de pHs,de íons e de secas,por exemplo,enquanto aumentam suas capacidades em lidarem com múltiplos estresses ambientais e metabólicos extremos e garantirem assim respostas mais rápidas,precisas,eficientes e otimizadas na detecção precose deles,por criarem microambientes altamente especializados dentro de seus túbulos multivesiculares (TMVs) e de seus autofagossomos e microdomínios funcionais especializados em suas membranas que impedem interferências negativas entre as diferentes vias metabólicas que ocorrem neles e as diferentes etapas de suas realizações,mas assegurando que elas ocorram de forma sequencial,por controlarem precisamente a permeabilidade e a fluidez das membranas tubulares multivesiculares (TMVs) e autofagossomais assim como a viscosidade de seus lúmens,por garantirem o movimento bem rápido das vesículas dentro dessas organelas e assegurando assim um transporte de materiais destinados a serem degradados 1000x mais rápido e preciso do que difusão livre deles,por garantirem o processamento sequencial dos materiais destinados a serem degradados em suas organelas,por garantirem que suas organelas armazenem quantidades muito maiores de materiais destinados a serem degradados por organelas degradativas como lisossomos,peroxissomos e lisoperoxissomos,por exemplo,por facilitarem de forma significativa a comunicação entre seus túbulos multivesiculares (TMVs) e seus autofagossomos e as demais organelas presentes em seus ambientes,por fortalecerem "laços" simbióticos com seres vivos simbiontes,por isolarem precisamente danos e facilitarem de forma significativa a reparação e a reciclagem altamente perspicaz e luxuosa de componentes tubulares multivesiculares (TMVs) e autofagossomais danificados ou defeituosos,por garantirem a evolução de tecidos e de órgãos mais complexos e especializados,por garantirem a entrada seletiva de compostos químicos e de vesículas e assegurando assim que apenas materiais destinados a serem degradados realmente entrem em seus túbulos multivesiculares (TMVs) e em seus autofagossomos,por assegurarem organelas mais complexas,porém simplificadas por pouparem ao máximo de energia química de seus seres vivos na manutenção delas e por serem estruturas fáceis de serem montadas,por acelerarem significativamente a degradação de compostos químicos em suas organelas,por garantirem o transporte direcionado e preciso de produtos para suas organelas adequadas,por garantirem um escudo altamente reciclável por si próprio,por assegurarem que a degradação dos compostos químicos esteja perfeitamente sincronizada com as diferentes condições ambientais e metabólicas,mesmo aquelas extremas,por garantirem o ciclo fechado dos compostos químicos e por assegurarem que seus túbulos multivesiculares (TMVs) e seus autofagossomos mantenham suas formas,suas estruturas e seus tamanhos estáveis,mesmo diante de estresses ambientais e metabólicos extremos.


Foto de José Aldeir de Oliveira Júnior,fundador do blog A Química Extradimensional,do blog A Astronomia Extradimensional,do blog A Matemática Extradimensional,do blog A Física Extradimensional e do blog A Possível Vida Alienígena Que Pode Existir,sendo um dos crentes de que podem haverem alienígenas formados por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem túbulos multivesiculares (TMVs) e autofagossomos com capsídeos neles em outros lugares do Universo.



Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Túbulos Multivesiculares (TMVs) E Autofagossomos Com Capsídeos Neles Segundo A Ciência © 2026 by José Aldeir de Oliveira Júnior is licensed under Creative Commons Attribution 4.0 International

Comentários

Postagens Mais Visitadas

Vida Macroscópica Pode Existir em Atmosferas de Corpos Celestes com Superfícies Inóspitas e na Atmosfera de Corpos Celestes Sem Superfícies Sólidas

Os Incríveis Seres Vivos Unicelulares Polimorfonucleados

A Partenogênese E A Apomixia Sexuada Realmente Pode Existir Segundo A Ciência