Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Sismossomos Com Microtúbulos De Vesículas Dentro Deles Segundo A Ciência

 Os estudos do espaço sideral possibilitaram que as pessoas adquirissem novos conhecimentos singulares e inéditos sobre o funcionamento do Universo que muitas vezes desafiam até mesmo os pensamentos da ficção científica por suas belezas celestiais surreais que são lindas demais para existirem e isso acontece porque alguns corpos celestes descobertos nele "simplesmente" não deveriam existirem segundo a ciência,incluindo corpos celestes totalmente aquáticos caso forem formados apenas por água (H2O) e sim,os próprios cientistas ortodoxos descobriram alguns exoplanetas próximos do Sistema Solar que são cobertos totalmente por água (H2O) e alguns modelos acreditam que eles tenham até mesmo núcleos feitos apenas de água (H2O) por isso que não há provas definitivas de que a vida alienígena exista baseando-se neles,já que a presença apenas de água (H2O) não é uma prova definitiva para eles abrigarem a vida,e caso forem assim tais mundos não deveriam existirem,mas são reais demonstrando-nos o quão travesso e surpreendente seja o Universo,mas uma coisa é certa:A existência intrigante desses exomundos aquáticos evidenciam-nos claramente que a vida extraterrestre possa ser realmente possível e real segundo a ciência e não apenas isso,tais exomundos poderão abrigarem ecossistemas enriquecidos em novas formas de vidas com evolucoes exclusivas e desconhecidas entre os seres vivos terráqueos conhecidos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem sismossomos (organelas que detectam,capturam e convertem a energia sísmica em energia química através de mecanismos semelhantes aos da fotofosforilação fotossintética num processo metabólico conhecido como 'sismossíntese') com microtúbulos de vesículas dentro deles,de modo a trazer vários privilégios evolutivos para seus seres vivos,especialmente pelo fato dos microtúbulos de vesículas sismossomais garantirem uma sismossíntese altamente produtiva,eficiente,otimizada e luxuosa por aumentarem drasticamente a área de superfície de seus sismossomos e garantirem que eles armazenem uma quantidade bem maior de cadeias de transportes de elétrons sismossintéticas neles,por amplificarem vibrações sísmicas fracas e direcionarem-a de forma segura para os sismossistemas localizadas nas cadeias de transportes de elétrons presentes em seus sismossomos,por converterem precisamente a energia mecânica em gradientes protônicos e/ou iônicos e garantir assim que os já preexistentes fiquem mais resistentes e potentes e aumentando assim ainda mais a produção de energia química através da sismossíntese,por filtrarem precisamente a energia sísmica,por armazenarem energia mecânica provinda dos sismos para usos posteriores,por garantirem que as vesículas sismossomais armazenem grandes quantidades de componentes das cadeias de transportes de elétrons sismossintéticas nelas,assim como de ATPs,de NADPHs e de NADHs para usos posteriores,assim como de ADPs,de NADP+ e de NAD+,garantindo assim seus seres vivos tenham energia suficiente e disponível quando necessitarem dela,por ajustarem precisamente a sensibilidade de seus sismossomos aos sismos de acordo com as necessidades metabólicas de seus seres vivos,por atuarem como amortecedores poderosos contra vibrações sísmicas excessivas,por isolarem precisamente partes danificadas ou defeituosas de seus sismossomos em vesículas ricas em lipases,proteases e proteossomos e garantirem uma reciclagem altamente perspicaz e refinada delas,por permitirem o transporte direcionado e preciso de ATPs para as demais organelas presentes em seus ambientes em quantidades ideais e apenas quando necessário,por fortalecerem "laços" simbióticos com seres vivos simbiontes,por facilitarem de forma significativa a detecção de vibrações sísmicas e facilitarem a síntese de estruturas resistentes,a síntese de proteínas de defesa e de sinalizadores metabólicos,por permitirem que seus sismossomos detectem e capturem mais precisamente ondas sísmicas com diferentes intensidades e frequências,já que vesículas grandes tornarão-se mais especializadas em detectem sismos lentos e grandes e vesículas pequenas permitirão a detecção de sismos rápidos,por facilitarem a dissolução de minerais como fósforo (P),cálcio (Ca) e potássio (K) e modulando precisamente o movimento de fluídos como água (H2O) e nutrientes nos solos e em sedimentos,por facilitarem a síntese de biominerais essenciais para a sismossíntese,por facilitarem de forma significativa o autorreparo de seus sismossomos por armazenarem grandes quantidades de enzimas de reparos,de proteínas de choques térmicos (HSPs),de compostos químicos osmopretores,antioxidantes e detoxificantes como enzimas,proteínas,coenzimas e lipídeos,por exemplo,nelas,por garantirem uma divisão precisa de seus sismossomos e garantirem que eles sejam sintetizados ou degradados apenas quando necessário,por facilitarem a formação de redes de transmissões sísmicas,por sincronizarem perfeitamente as atividades metabólicas entre diferentes sismossomos e a sincronização perfeita deles com as demais organelas presentes em seus ambientes,por facilitarem a formação de memórias de padrões sísmicos e por permitirem que seus sismossomos priorizem frequências sísmicas específicas que gerem mais energia química através dos sismos.


Foto de José Aldeir de Oliveira Júnior,fundador do blog A Química Extradimensional,do blog A Astronomia Extradimensional,do blog A Matemática Extradimensional,do blog A Física Extradimensional e do blog A Possível Vida Alienígena Que Pode Existir,sendo um dos crentes de que podem haverem alienígenas formados por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem sismossomos com microtúbulos de vesículas dentro deles em outros lugares do Universo.



Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Sismossomos Com Microtúbulos De Vesículas Dentro Deles Segundo A Ciência © 2026 by José Aldeir de Oliveira Júnior is licensed under Creative Commons Attribution 4.0 International

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