Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Mitocôndrias Com Rubredoxinas Nelas Segundo A Ciência

 Desde que as pessoas passaram a estudarem cada vez mais de forma detalhada esse majestoso "oceano" de segredos enigmáticos repletos de surpresas inesperadas que dão um verdadeiro show ilusionista mágico conhecido como 'O Universo',a ciência humana foi mudada para sempre,já que foram descobertas novas organizações de sistemas planetários e novos tipos de corpos celestes que expandem nossos conhecimentos sobre o Cosmos,sendo importantes não apenas por desafiarem nossas compreensões sobre o Universo,mas também por ensinar-nos que a vida fora da Terra tenderá a possuir características evolutivas únicas e incomuns entre os seres vivos terráqueos conhecidos devido às interações gravitacionais complexas entre seus corpos celestes em seus sistemas planetários,por exemplo alguns deles podem possuírem planetas e luas que giram de forma retrógrada em relação às suas estrelas,enquanto que uma ou mais estrelas de seus sistemas planetários giram também de maneira retrógrada em relação às estrelas em que orbitam,demonstrando-nos o quão biodiversificável seja o Cosmos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem mitocôndrias com rubredoxinas nelas,de modo a trazer vários privilégios evolutivos para seus seres vivos,principalmente pelo fato das rubredoxinas mitocondriais aumentarem de forma significativa a resistência de suas mitocôndrias a vários estresses ambientais hostis para a vida como aqueles com níveis extremos de estresses mecânicos,de estresses elétricos,de pressões,de pressões osmóticas e túrgicas,de íons,de pHs,de radicais livres prejudiciais,de salinidades,de temperaturas,de radiações,de substâncias químicas tóxicas,de toxinas e de metais pesados tóxicos,por exemplo,enquanto permitem que atuem como carregadoras poderosas de elétrons em ambientes microaérofilos e até mesmo anaeróbicos,permitindo assim que suas mitocôndrias fiquem funcionais nesses ambientes extremos por possuírem afinidades de elétrons ajustáveis conforme a demanda metabólica e por facilitarem o uso de fontes alternativas exóticas de energia como a degradação de hidrocarbonetos e de seus derivados como toluenos,parabenos e benzenos,por exemplo,de plásticos derivados de petróleo,compostos químicos nitrogenados e ácidos graxos  ramificados e/ou de cadeias longas,por exemplo,já que as rubredoxinas podem oxidá-los e transferirem diretamente seus elétrons para as cadeias de transportes de elétrons respiratórias mitocondriais,além disso,elas podem transferirem diretamente elétrons para aceptores finais de elétrons alternativos como hidrogênio molecular (H2),nitrato (NO3-) e fumaratos,por exemplo,garantindo assim que suas mitocôndrias fiquem completamente funcionais em ambientes anaeróbicos,além disso,as rubredoxinas mitocondriais garantirão ajustes mais precisos e rápidos no metabolismo em relação à concentração de nutrientes e de gases metabólicos essenciais para suas mitocôndrias,assim como de toxinas e de substâncias químicas tóxicas presentes no ambiente,elas contornarão bloqueios nas cadeias de transportes de elétrons mitocondriais causadas por elas e utilizando-as como cianeto (CN-),por exemplo como poderosas fontes de elétrons,fazendo assim suas mitocôndrias utilizarem algo prejudicial para suas sobrevivências,aumentando assim suas resistências a ambientes com níveis extremos de substâncias químicas tóxicas,de toxinas e de metais pesados tóxicos por causa disso,além disso,as rubredoxinas otimizarão de forma significativa o Cicl de Krebs em ambientes ricos em dióxido de carbono (CO2) e até mesmo em monóxido de carbono (CO) que poderá ser convertido em dióxido de carbono (CO2) pela enzima monóxido de carbono oxidase (CO Oxidase),regularão precisamente a temperatura interna de suas mitocôndrias,atuarão como barreiras físicas poderosas contra danos nos materiais genéticos mitocondriais já que suas funções metabólicas principais é detoxificar e neutralizar radicais livres prejudiciais,toxinas,metais pesados tóxicos e substâncias químicas tóxicas e enviar seus elétrons diretamente para as cadeias de transportes de elétrons mitocondriais,enquanto controlam e otimizam de forma significativa o fluxo de elétrons nas cadeias de transportes de elétrons respiratórias mitocondriais,evitando assim sobrecarregas,perdas e desperdícios energéticos assim como vazamentos de elétrons em suas cadeias de transportes de elétrons,garantindo assim que a respiração mitocondrial produzam quantidades bem maiores de energia química por causa disso,além de garantirem um reparo e uma reciclagem altamente sofisticada e perspicaz dos componentes mitocondriais danificados ou defeituosos,além de facilitarem na síntese de aglomerados Fe-S que são essenciais para o funcionamento correto das enzimas mitocondriais,além disso,as rubredoxinas mitocondriais facilitarão de forma significativa a comunicação entre suas mitocôndrias e as demais organelas presentes em seus ambientes via reações químicas redox,óxido nitroso (NO) e hidreto de enxofre (H2S),garantindo assim também a regulação mais precisa e perspicaz da homeostase iônica e salina de suas mitocôndrias aumentando assim a resistência delas ainda mais em relação aos ambientes extremos,além de garantirem respostas imunológicas mais precisas,otimizadas e eficientes,além de fortalecerem de forma significativa "laços" simbióticos com seres vivos simbiontes.


Foto de José Aldeir de Oliveira Júnior,fundador do blog A Química Extradimensional,do blog A Astronomia Extradimensional,do blog A Matemática Extradimensional,do blog A Física Extradimensional e do blog A Possível Vida Alienígena Que Pode Existir,sendo um dos crentes de que podem haverem alienígenas formados por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem mitocôndrias com rubredoxinas nelas outros lugares do Universo.



Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Mitocôndrias Com Rubredoxinas Nelas Segundo A Ciência © 2026 by José Aldeir de Oliveira Júnior is licensed under Creative Commons Attribution 4.0 International

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