Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Nitrossomos Fluorescentes Segundo A Ciência
Quando buscamos corpos celestes capazes de albergarem a vida,geralmente pensamos naqueles mais óbvios e prováveis para encontrarmos a vida,ou seja aqueles com padrões climáticos idênticos aqueles encontrados aqui na Terra,de preferência que estejam nas zonas habitáveis de suas estrelas-mães,porém os seres vivos originaram dos lugares mais improváveis do Cosmos:Lugares como as Fossas das Marianas com pressões acima de 1000 atm e fontes hidrotermais ultraquentes borbulhantes,mudando assim tudo o que sabemos sobre a vida no Universo, já que isso revela-nos que corpos celestes extremos possuem grandes esperanças habitados,mas também que eles tenderão a possuírem ecossistemas repletos em novas formas de vidas com características evolutivas bem singulares e exclusivas entre os seres vivos terráqueos conhecidos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem nitrossomos fluorescentes (organelas que realizam a fixação do nitrogênio (N) nelas),de modo a trazer vários benefícios evolutivos para seus seres vivos,especialmente pelo fato da fluorescência nitrossomal aumentar a resistência de seus nitrossomos contra vários estresses ambientais inóspitos para a vida como aqueles com níveis extremos de estresses mecânicos,de estresses elétricos,de pressões,de pressões osmóticas e túrgicas,de íons,de pHs,de radicais livres prejudiciais,de salinidades,de temperaturas,de radiações,de substâncias químicas tóxicas,de toxinas e de metais pesados tóxicos,por exemplo,além de tornar a fixação do nitrogênio (N) em seus nitrossomos altamente otimizada,eficiente e precisa por utilizarem os fótons que é uma fonte de energia bem energética,abundante,inesgotável e renovável para fixar o nitrogênio molecular atmosférico (N2),reduzindo assim ao máximo custos energéticos na fixação do nitrogênio (N),enquanto facilitam de forma significativa a comunicação entre seus nitrossomos e as demais organelas presentes em seus ambientes e fortalecem "laços" simbióticos com seres vivos simbiontes e facilitam a síntese de compostos químicos nitrogenados a partir do nitrogênio molecular atmosférico (N2) fixado como ureia (CO(NH2)2) para armazená-lo em segurança para usos posteriores em seus nitrossomos,além disso,a fluorescência nitrossomal oferecerá ambientes bem anaeróbicos que protegem as enzimas nitrossomais contra o oxigênio molecular (O2) e garantindo assim que seres vivos aeróbicos obrigatórios possam fixarem o nitrogênio (N) em segurança,enquanto garante respostas mais rápidas e precisas contra as mudanças ambientais e os ambientes extremos,facilitam a assimilação de nitrogênio (N) a partir de fontes inorgânicas como ácido cianídrico (HCN) e nitratos,por exemplo,garante que a temperatura dos nitrossomos seja mantida bem estável sob condições ambientais adversas e permitem-os adaptarem melhor em ambientes com diferentes intensidades,frequências e qualidades de luz,além disso,a fluorescência nitrossomal ajudará seus seres vivos a detectarem precisamente a presença de outros seres vivos fixadores e/ou assimiladores de nitrogênio (N) para evitar assim competições excessivas e facilitar simbioses entre eles,permite a reciclagem altamente sofisticada de componentes nitrossomais danificados ou defeituosos,ajuda a detectar ambientes ricos em ferro (Fe),molibdênio (Mo) e vanádio (V) que são cofatores essencionais para o funcionamento da enzima nitrogenase,ajuda seus nitrossomos a manterem suas osmolaridades bem estáveis em ambientes extremos,ajuda na degradação de compostos químicos nitrogenados mesmo aqueles bem tóxicos como o ácido cianídrico (HCN),por exemplo e facilitarão a comunicação entre as células de seus seres vivos pluricelulares ou entre os vírus de seus seres vivos pluriacelulares.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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