Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Glicossomos Com Cavéolas Neles Segundo A Ciência
O Universo sempre nos surpreendeu com suas atrações únicas e exclusivas que revelam-nos o quão precioso e valioso seja o Cosmos por apresentar-nos coisas que são belas demais para existirem e o aprofundamento dos estudos do Cosmos,levaram as pessoas enxergarem fenômenos celestiais inexistentes aqui na Terra que geram climas e ambientes bem únicos neles,por exemplo Plutão está travado com sua maior lua Caronte,de modo que um dia plutoniano equivale a exatamente um dia e um mês carontiano,assim eclipses ocorrerão apenas num lado de Plutão e vice-versa,algo bem fascinante de se observar. Não é mesmo? Especialmente pelo fato de corpos celestes semelhantes a sistema Plutão-Caronte tenderem a possuírem ecossistemas repletos em novas formas de vidas com evoluções bem singulares e inéditas entre os seres vivos terráqueos conhecidos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem glicossomos (organelas que a glicólise nelas) com cavéolas em suas membranas,de modo a trazer várias vantagens evolutivas para seus seres vivos,principalmente pelo fato das cavéolas glicossomais garantirem uma glicólise altamente eficiente,otimizada e perspicaz por aumentarem drasticamente a área de superfície de seus glicossomos e permitirem que eles armazenem quantidades muito maiores de glicose (C6H12O6) e de enzimas glicolíticas nelas,por estabilizarem de forma significativa as membranas glicossomais e garantirem assim que elas fiquem menos propensas a sofrerem colapsos,vazamentos,rupturas e deformações diante de estresses ambientais extremos,por controlarem precisamente o fluxo de glicose (C6H12O6) que entra e o fluxo de piruvato e de acetil-CoA que sai de seus glicossomos,assegurando assim que isso aconteça apenas quando necessário e nas quantidades ideais,por concentrarem as enzimas glicolíticas,seus substratos e seus cofatores adicionais necessários para a glicólise acontecer próximos uns dos outros e direcionarem-os precisamente para tais enzimas glicolíticas conforme as demandas metabólicas de seus seres vivos, por criarem microambientes altamente especializados dentro de seus glicossomos que separa as diferentes etapas da glicólise e as diferentes vias metabólicas glicolíticas que ocorrem neles como a Via de Entner-Douroff,a Via das Pentoses Fosfatos e a Via de Embden-Meyerhofaf,por exemplo e criarem microdomínios funcionais especializados nas membranas glicossomais que separam cada uma dessas vias metabólicas,por assegurarem com maiores precisões que a degradação da glicose (C6H12O6) esteja perfeitamente sincronizado com as necessidades metabólicas de seus seres vivos,por isolarem precisamente subprodutos tóxicos e radicais livres prejudiciais provindos da glicólise e neutralizá-los ou degradá-los com grandes precisões e evitando assim que eles escapem para os citoplasmas de suas células (no caso das espécies celuladas) ou para os virioplasmas de seus vírus (no caso das espécies aceluladas) e lhes causem danos graves acidentais por isso,por facilitarem a síntese e a degradação de polissacarídeos complexos como lignina,quitina,quitosana,hemicelulose,celulose,amido,paramilo,amido cianofíceo e glicogênio,por exemplo,por fortalecerem "laços" simbióticos com seres vivos simbiontes,por facilitarem de forma significativa a comunicação entre seus glicossomos e as demais organelas presentes em seus ambientes,por aumentarem a resistência de seus glicossomos contra vários estresses ambientais hostis para a vida como aqueles com níveis extremos de substâncias químicas tóxicas,de metais pesados tóxicos,de toxinas,de radicais livres prejudiciais,de secas,de pressões,de estresses mecânicos,de gravidade,de temperaturas,de radiações,de pressões osmóticas e túrgicas,de íons,de pHs e de salinidades,por exemplo,por aumentarem a resistência de seus glicossomos a vários níveis de oxigênio molecular (O2),por facilitarem a degradação de hidrocarbonetos e de seus derivados para a geração de energia química para complementar assim a glicólise e acelerar assim a biorremediação dos solos,por ajustar dinamicamente as atividades enzimáticas glicossomais sob diferentes condições ambientais e metabólicas,mesmo aquelas extremas,por facilitarem de forma significativa a reparação e a reciclagem altamente perspicaz e refinada de componentes glicossomais danificados ou defeituosos e por facilitarem o uso de fontes de energias alternativas como a energia térmica,elétrica,sísmica,magnética,eólica e radioativa,por exemplo,para realizar a glicólise.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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