Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Retículos Endoplasmáticos Com Glicogenossomos Integrados Diretamente Às Suas Membranas Reticulares Endoplasmáticas Segundo A Ciência
Uma das coisas mais surpreendentes do Universo é sem sombras de dúvidas,a biodiversidade presente na natureza que sempre demonstra-nos novas características evolutivas estrambóticas que podem até desafiarem tudo o que sabemos sobre o Cosmos,possibilitando assim a criação de um número bem extensivo de seres vivos incomparáveis entre si que juntos dão sentido para o Universo existir e explicam o porquê de todas as coisas terem um sentido de terem existido no Cosmos,já que juntos formam as jóias mais preciosas de todo o Universo,por isso que ao estudarmos tanto a vida terráquea quanto a vida fora da Terra,temos certeza que poderemos encontrar seres vivos com carácteres evolutivos únicos e desconhecidos entre aqueles já conhecidos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem retículos endoplasmáticos com glicogenossomos integrados diretamente às suas membranas reticulares endoplasmáticas,de modo a trazerem várias vantagens evolutivas para seus seres vivos,especialmente pelo fato dos glicogenossomos (organelas capazes de açúcares) permitir um controle refinado da osmorregulação de seus retículos endoplasmáticos,permitindo assim que seus seres vivos fiquem mais resistentes a ambientes inóspitos para a vida como aqueles com níveis extremos de temperaturas,de radiações,de salinidades,de pHs e de íons,por exemplo,além de facilitar de forma significativa de polissacarídeos complexos como glicogênio,paramilo e amido,por exemplo,além de facilitar a síntese de aminoácidos,de vitaminas,de antioxidantes ou de osmoprotetores,por exemplo,por poupar o máximo possível de energia de seus seres vivos por permitir a transferência direta de precursores deles para seus retículos endoplasmáticos,além disso,a síntese de glicose (C6H12O6) consumirá radicais livres prejudiciais,de modo a evitar assim estresses oxidativos em seus retículos endoplasmáticos,além disso,a localização estratégica de seus glicogenossomos permitirá que seus seres vivos regulem precisamente a quantidade de glicose (C6H12O6) presentes no sangue de seus seres vivos,ativando rapidamente o glucagon para liberá-la ou a insulina para inibir sua liberação dependendo da situação em si,tornando assim seus seres vivos mais resistentes à hiperglicemia e à hipoglicemia,mesmo em períodos de jejuns prolongados,especialmente porque isso permitirá que tais glicogenossomos comuniquem de forma altamente eficiente e precisa com as demais organelas presentes em seus ambientes,facilitando assim de forma significativa também a comunicação de seus retículos endoplasmáticos com elas,além disso,a integração dos glicogenossomos nas membranas reticulares endoplasmáticas garantirá uma integração altamente refinada da glicogênese e da gliconeogênese com a lipogênese,além de possibilitar a formação de novas funções metabólicas e facilitar a síntese de precursores incomuns e complexos em ambas as vias metabólicas,facilitando assim de forma significativa a biogênese das demais organelas,além de tornarem seus retículos endoplasmáticos mais resistentes a patógenos,à inflamações e à infecções,além de permitir um controle preciso e refinado da autofagia (degradação de organelas disfuncionais),da apoptose (morte celular ou viral programada) e da senescência (envelhecimento celular ou viral precose),garantindo assim que suas células (no caso das espécies celuladas) ou que seus vírus (no caso das espécies aceluladas) apenas morram quando necessário,evitando assim o surgimento de cânceres e de tumores que são propensos a aparecerem em ambientes extremos.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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