Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Calvinossomos Com Esqueletos Proteicos Dentro Deles Segundo A Ciência
Ao contrário dos seres sem vida,os seres vivos precisam garantirem suas próprias existências e não apenas isso deverão tirarem vantagens evolutivas majestosas conforme suas necessidades de sobrevivências,interagindo ao máximo com os ambientes aos seus redores e fazendo assim acordos refinados como eles para assim permanecerem vivos,porém as interações entre variam conforme o ser vivo e por isso gera indivíduos diferentes dentro de uma mesma espécie,assim como espécies diferentes de seres vivos,algo vital para assegurar que tais hábitats naturais sejam realmente capazes de suportarem a vida,Lei essa que possibilitou as ciências dedicadas em estudarem a vida fora da Terra afirmarem de forma convicta que encontraremos seres vivos em outros mundos com características únicas e desconhecidas entre os seres vivos terráqueos conhecidos por causa disso,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem calvinossomos (organelas que realizam o Ciclo de Calvin-Benson) com esqueletos proteicos dentro deles,de modo a beneficiá-los bastante,especialmente pelo fato dos esqueletos proteicos calvinossomos darem um suporte estrutural e mecânico refinado,preciso e poderoso para as membranas calvinossomais,garantindo assim que elas fiquem menos propensas a sofrerem colapsos,rupturas,deformações e vazamentos diante de estresses ambientais extremos,além de atuarem como biossensores naturais que asseguram a sincronização perfeita e precisa do Ciclo de Calvin-Benson com diversas condições ambientais e metabólicas,mesmo aquelas extremas e controlarem assim precisamente a fluidez e a permeabilidade das membranas calvinossomais,garantindo assim que os substratos entrem em seus calvinossomos de forma eficiente e otimizada apenas quando necessário e na quantidade ideal,assim como produtos como a glicose (C6H12O6) saíam deles apenas quando necessário e na quantidade ideal segundo as necessidades metabólicas de seus seres vivos,além de garantirem um Ciclo de Calvin-Benson mais eficiente,otimizado e sofisticado por transportarem de forma refinada dióxido de carbono (CO2) para a enzima RuBisCO em vesículas utilizando proteínas motoras,garantindo assim que o dióxido de carbono (CO2) capturado por seus calvinossomos não se dissipem e se percam e aumentando assim sua concentração local,algo essencial para reduzir ao máximo as chances da enzima RuBisCO reagir com o oxigênio molecular (O2) e gerar assim gastos energéticos significativos no Ciclo de Calvin-Benson,enquanto aumenta de forma significativa a eficiência da fixação do carbono (C),por ancorarem de forma precisa e eficiente as enzimas envolvidas no Ciclo de Calvin-Benson em regiões estratégicas de forma sequencial para aumentar ainda mais a eficiência do Ciclo de Calvin-Benson,por garantirem uma entrega direcionada e perspicaz de enzimas calvinossomais para seus calvinossomos,garantindo assim uma ancoragem mais eficiente delas,otimizando assim ainda mais o Ciclo de Calvin-Benson que ocorrem neles,por permitir a remoção sofisticada de produtos como glicose (C6H12O6) e triose fosfato por utilizarem vesículas que transportam-os para fora deles e direcionam de forma altamente precisa para organelas de armazenamento como glicoplastos,amiloplastos e lipossomos,por exemplo,acelerando assim o fluxo global de metabólitos e de nutrientes e aumentarem a biomassa do Ciclo de Calvin-Benson de forma significativa,já que seus próprios produtos poderão inibi-lo e a remoção refinada deles impedirão que isso aconteça tão facilmente,por facilitarem a comunicação de seus calvinossomos com as demais organelas presentes em seus ambientes por causa de produtos provindos deles ou por causa de dióxido de carbono (CO2) provindo delas,por garantirem que o transporte de recursos protejam-os durante o transporte contra degradações enzimáticas acidentais e contra competições de outras vias metabólicas por causa deles,por garantirem que seus calvinossomos regulem precisamente o Ciclo de Calvin-Benson de acordo com as diferentes condições ambientais e metabólicas como por exemplo,as proteínas motoras aumentarão a taxa de transporte de dióxido de carbono (CO2) em ambientes com baixas disponibilidades de CO2 e acelerarão a entrega de enzimas e a exportação de produtos em ambientes com alta energia,por garantirem que seus calvinossomos utilizem a menor quantidade possível de energia durante a realização do Ciclo de Calvin-Benson já que vesículas são menos custosas do que a difusão de substratos e utilizam energia de forma localizada e controlada,ficando assim ainda menos custosa energeticamente falando,por minimizarem as chances da enzima RuBisCO reagir com o oxigênio molecular (O2) e gastar assim energia química através da realização do Ciclo de Calvin-Bensοn por ancorarem-a precisamente próximas à transportadores de dióxido de carbono (CO2),aumentar assim de forma significativa a carboxilação e a fixação do carbono (C),por garantir a regeneração bem rápida da enzima RuBisCO por ancorarem de forma estratégica as enzimas envolvidas na reciclagem dela ao lado dela e garantir assim que a enzima RuBisCO nunca fique sem substratos,mesmo em períodos de altas capturas de dióxido de carbono (CO2) e maximizar assim o fluxo do ciclo,por facilitarem claramente o surgimento de redes interconectadas de calvinossomos,por armazenarem cofatores adicionais essenciais para a fixação de carbono (C) como magnésio (Mg),por exemplo e garantindo assim o suprimento constante de íons em locais adequados,por possuírem estruturas altamente estruturadas que poupam energia de seus calvinossomos e na realização do Ciclo de Calvin-Benson,por garantirem uma fixação altamente sofisticada mesmo em ambientes com baixas concentrações de dióxido de carbono (CO2),por facilitarem de forma significativa a reparação de enzimas calvinossomais danificadas ou defeituosas por ancorarem proteínas e enzimas de reparos próximas delas,por criarem microambientes altamente especializados dentro de seus calvinossomos que otimizam de forma significativa as atividades enzimáticas das enzimas envolvidas no Ciclo de Calvin-Benson e outras enzimas presentes em seus calvinossomos e garantem que as diferentes etapas do Ciclo de Calvin-Benson ocorra de forma sequencial,mas sem interfiram negativamente umas com as outras,por sofrerem mudanças conformacionais de acordo com as diferentes condições ambientais e metabólicas,mesmo aquelas extremas,assim como condições energéticas e a níveis de dióxido de carbono (CO2) e assegurarem assim o Ciclo de Calvin-Benson adaptem mais facilmente e rapidamente de forma precisa à elas,por ancorarem precisamente enzimas antioxidantes e detoxificantes próximas as enzimas envolvidas no Ciclo de Calvin-Benson e protegerem-o assim contra substâncias químicas tóxicas,toxinas,metais pesados tóxicos e radicais livres prejudiciais,por armazenarem substratos e intermediários metabólicos do Ciclo de Calvin-Benson e garantirem que eles fiquem sempre alimentados,por coordenarem precisamente o Ciclo de Calvin-Benson com as demais organelas presentes em seus ambientes como organelas fotossintéticas (cloroplastos,rodoplastos e/ou feoplastos),gravitossomos,magnetossomos e biomagnetossomos,sismossomos,hidrocentrinas e /ou eletrossomos,por exemplo (dependendo da espécie referente em si),por evitarem de forma mais precisa e perspicaz que o Ciclo de Calvin-Benson interfira negativamente com as demais vias metabólicas presentes em seus ambientes,por facilitarem as divisões e as replicações de seus calvinossomos e por garantirem que as células-filhas (no caso das espécies celuladas) ou que os vírus-filhos (no caso das espécies aceluladas) herdem o número adequado de calvinossomos.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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