Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Sismossomos Com Espongiomas Segundo A Ciência
A evolução sempre pregou peças em nossas mentes humanas desde os tempos mais primordiais da humanidade ao demonstrar-nos que os reais motivos que levaram o Universo a existir por sempre trazer novas surpresas inesperadas que deixa qualquer atônito e admirável por causa de suas características que nunca foram visualizadas antes que têm como objetivo acelerar as chances de seus seres vivos permanecerem vivos até mesmo nos lugares mais inesperados do Cosmos,devido ao fato da evolução sempre possuir "cartas coringas" em suas "mãos" que permitirem o surgimento de novas espécies de seres vivos incomparáveis entre si,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem sismossomos (organelas que detectam,capturam e convertem a energia sísmica em energia química através de mecanismos semelhantes aos da fotofosforilação fotossintética num processo metabólico conhecido como 'sismossíntese') com espongiomas,de modo a trazer vários privilégios evolutivos para seus seres vivos,especialmente pelo fato dos espongiomas sismossomais garantirem uma produção exponencialmente maior de energia química através dos sismos por aumentarem de forma significativa a área de superfície de seus sismossomos,permitindo assim que eles armazenem uma quantidade significativamente maior de cadeias de transportes de elétrons sismossintéticas em suas membranas,por absorverem de forma precisa e eficiente as vibrações sísmicas e distribuírem-as uniformemente para toda a superfície de seus sismossomos,protegendo-os contra vibrações sísmicas excessivas que podem danificá-los,enquanto direcionam precisamente a energia sísmica para as cadeias de transportes de elétrons sismossintéticas de forma segura,por criarem microambientes altamente especializados dentro de seus sismossomos que separam as diferentes etapas da sismossíntese e impedem assim que elas interfiram negativamente umas nas outras e otimizem de forma significativa a atividade enzimática de seus sismossomos,por serem ricas em canais eficientes para prótons e elétrons provindos das cadeias de transportes de elétrons sismossintéticas e garantirem assim que tais cadeias de transportes de elétrons sismossintéticas estejam em sincronia perfeita com a produção de ATPs,por armazenarem enzimas,coenzimas e proteínas essenciais para a sismossíntese,garantindo assim que elas estejam disponíveis continuamente em seus sismossomos,por absorverem e armazenarem de forma eficaz intermediários metabólicos tóxicos produzidos durante a sismossíntese e radicais livres,permitindo assim uma sismossíntese segura,por garantirem um suporte estrutural e mecânico poderoso para seus sismossomos e protegê-los assim contra danos causados por sismos intensos,por garantirem que os sismossistemas presentes nas cadeias de transportes de elétrons sismossintéticas capturem sismos com diferentes frequências,qualidades e intensidades,por atuarem como amortecedores e dissiparem de forma eficiente a energia sísmica intensa incidente sobre seus sismossomos,por regularem precisamente o pH de seus sismossomos,por armazenarem de forma eficaz e perspicaz compostos químicos metabólicos intermediários essenciais para a sismossíntese e para o Ciclo de Calvin-Benson e/ou outros ciclos que fixam o dióxido de carbono (CO2) para a síntese de alimentos,por facilitarem a biossíntese de novos sismossomos,por facilitarem a montagem de complexos proteicos que são essenciais especialmente para aqueles sismossomos com cadeias de transportes de elétrons sismossintéticas em forma de complexos proteicos e por facilitarem de forma significativa a comunicação entre seus sismossomos e as demais organelas presentes em seus ambientes.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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