Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Lisossomos Com Microtúbulos De Vesículas Neles Segundo A Ciência

 Mercúrio sempre nos chamou a atenção desde os primórdios da humanidade por ser o planeta com o período orbital mais curto do Sistema Solar,orbitando o Sol a cada apenas 88 dias terrestres,e os interesses nele apenas aumentaram tanto pelo fato dele possuir uma superfície repleta de crateras causadas por asteroides e cometas bem grandes quanto pelo seu calendário exótico bem peculiar,já que assim como Vênus,Mercúrio não possui uma rotação sincronizada com seu dia solar e nem com seu ano,já que o planeta gira em torno de si mesmo,uma vez a cada 59 dias terrestres e um dia solar lá dura 176 dias terrestres,e o fato dos asteroides e dos cometas terem sido os "jardineiros" que "regaram" a superfície da Terra com moléculas orgânicas complexas e moléculas precursoras para a vida como água (H2O),amônia (NH3),dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4),concluímos que a vida poderá ter surgido também em Mercúrio e não apenas isso,devido ao fato da distância dos continentes terem gerado espécies bem diferentes e únicas aqui na Terra,o planeta assim como outros corpos celestes do Universo podem estarem repletos de formas de vidas com características evolutivas estrambóticas bem peculiares e desconhecidas entre os seres vivos terráqueos conhecidos,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem lisossomos com microtúbulos de vesículas dentro deles para privilegiá-los bastante,especialmente pelo fato dos microtúbulos de vesículas lisossomais aumentarem drasticamente a área de superfície de seus lisossomos de forma segura,garantindo assim que eles armazenem uma quantidade muito maior de enzimas lisossomais e de substratos específicos para elas,garantindo assim que eles degradem uma quantidade significativamente maior de substâncias químicas tóxicas,de toxinas,de metais pesados tóxicos,de patógenos,de compostos químicos xenobióticos e de resíduos metabólicos,além disso,eles criarão microambientes altamente especializados dentro de seus lisossomos que garantirão a degradação enzimática seletiva de substratos,impedindo assim que vários tipos de substratos interferiram negativamente uns nos outros e até mesmo em seus próprios lisossomos por isolarem-os em regiões seguras e protegendo assim seus lisossomos contra seus efeitos tóxicos e garantindo assim também que as diferentes etapas da degradação deles não interfiram também negativamente umas nas outras,além disso,os microtúbulos de vesículas lisossomais garantirão que as vesículas armazenadas neles estejam localizadas em pontos estratégicos dentro de seus lisossomos e criam caminhos diretos para o encontro das enzimas lisossomais com seus substratos específicos,na realidade elas mesmas podem já estarem ricas em enzimas lisossomais específicas para eles e/ou fundirem com vesículas que possuem-as em locais específicos dentro de seus microtúbulos,reduzindo assim ao máximo as chances dos substratos se dispersarem,garantirão de forma certeira que seus substratos encontrem suas enzimas específicas e aumentando assim de forma significativa a velocidade e a precisão da digestão lisossomal,além de garantirem uma reciclagem altamente perspicaz de partes saudáveis deles pelo fato de tanto as vesículas quanto os microtúbulos que armazenam-as serem ricos em proteínas de reconhecimentos de substratos e também por possuírem vesículas especiais que armazenam tais nutrientes,metabólitos essenciais para seus seres vivos,além de proteínas,de lipídeos,de aminoácidos e de peptídeos presentes neles e suas estruturas extensas e complexas garantirão uma regulação mais precisa e eficiente da liberação desses materiais para as demais organelas presentes em seus ambientes e garantindo assim a liberação deles apenas quando necessário e na quantidade ideal para as vias metabólicas delas serem realizadas de maneira correta,além de garantirem uma regulação altamente refinada e precisa do pH lisossomal e protegendo assim lisossomos contra variações abruptas de pHs assim como pHs excessivos,características essas que garantirão um controle altamente sofisticado da autofagia,da apoptose (morte celular ou viral programada) e da senescência (envelhecimento celular ou viral precose) e garantindo assim que suas células (no caso das espécies celuladas) ou que seus vírus (no caso das espécies aceluladas) morram apenas quando necessário,além disso os microtúbulos lisossomais garantirão que uma proteção mais acentuada das enzimas lisossomais contra degradações enzimáticas acidentais e impedirem que elas vazem para os citoplasmas de suas células (no caso das espécies celuladas) ou para os virioplasmas de seus vírus (no caso das espécies aceluladas) e lhes causem danos acidentais graves por isso e nem tão pouco para as membranas lisossomais,além de facilitarem a comunicação entre seus lisossomos e as demais organelas presentes em seus ambientes,além de fornecerem suportes estruturais e mecânicos poderosos para as membranas lisossomais que protegem-as contra estresses mecânicos e garantem assim que elas fiquem menos propensas a sofrerem colapsos,vazamentos,rupturas e deformações diante de estresses ambientais extremos e ajudarão a dissiparem o calor e a radiação excessiva incidente sobre seus lisossomos e seus conteúdos por causa de suas estruturas complexas,extensas,dinâmicas e flexíveis.


Foto de José Aldeir de Oliveira Júnior,fundador do blog A Química Extradimensional,do blog A Astronomia Extradimensional,do blog A Matemática Extradimensional,do blog A Física Extradimensional e do blog A Possível Vida Alienígena Que Pode Existir,sendo um dos crentes de que podem haverem alienígenas formados por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem lisossomos com microtúbulos de vesículas neles em outros lugares do Universo.



Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Lisossomos Com Microtúbulos De Vesículas Neles Segundo A Ciência © 2025 by José Aldeir de Oliveira Júnior is licensed under Creative Commons Attribution 4.0 International

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