Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Gravitossomos Com Pseudópodes Segundo A Ciência
Uma das maiores distinguições entre os seres sem vida,os seres vivos são definidos como sendo formados apenas por proteínas e possuindo seus próprios códigos genéticos,por isso que todas as espécies virais terráqueas conhecidas são seres vivos apesar de não parecerem à primeira vista por serem incapazes de autorreplicarem-se,de produzirem seus próprios ATPs e de realizarem alguma forma de respiração,e não apenas isso eles são compostos por interações genéticas bem complexas em que seus próprios genes interagem uns com os outros (genótipos) e ao mesmo tempo com os ambientes onde vivem (fenótipos) para terem noções precisas ("reflexos") de que realmente estejam vivos,porém uma vez que isso gera padrões únicos e exclusivos que variará não apenas de célula para célula que compõe os seres vivos pluricelulares ou de vírus para vírus que compõe os seres vivos pluriacelulares segundo seus órgãos e tecidos,mas também de indivíduo para indivíduo numa mesma espécie,contribuindo assim para impedirem que seus genomas e genes fiquem instáveis e suas próprias espécies fiquem susceptíveis a serem extintas,e contribuindo assim para garantirem que seus corpos celestes possam por isso suportarem a vida de forma bem-sucedida e confortável,mesmo aqueles extremos por gerar assim tanto aqui na Terra quanto em outros lugares do Universo,um número extensivo de novas espécies com evoluções exclusivas e singulares em comparação umas com as outras,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem gravitossomos (organelas capazes de detectarem,capturarem e converterem a energia gravitacional em energia química através de mecanismos semelhantes aos da fotofosforilação fotossintética num processo metabólico conhecido como 'gravitossíntese') com pseudópodes neles para beneficiá-los bastante,especialmente pelo fato dos pseudópodes gravitossomais garantirem que eles realizem uma gravitossíntese altamente sofisticada e produtiva por aumentarem drasticamente a área de superfície de seus gravitossomos e garantirem que eles armazenem uma quantidade muito maior de cadeias de transportes de elétrons gravitossintéticas neles,por posicionarem precisarem seus gravitossomos e suas próprias células (no caso das espécies celuladas) ou seus próprios vírus (no caso das espécies aceluladas) em relação à gravidade para aumentar assim de forma significativa as chances de suas cadeias de transportes de elétrons gravitossintéticas interagirem com a gravidade,por controlarem precisamente a intensidade da captura da energia gravitacional e se contraindo na presença de campos gravitacionais intensos para darem maiores proteções para seus gravitossomos e seus componentes e se expandindo na presença de campos gravitacionais fracos para aumentarem de forma significativa a eficiência da conversão da energia gravitacional em energia química através da gravidade,algo essencial também para garantir que seus gravitossomos e a própria gravitossíntese realizada neles se adaptem mais facilmente a campos gravitacionais variáveis e evitem assim quedas na produção de energia através da gravidade e estresses energéticos nas cadeias de transportes de elétrons gravitossintéticas,por gerarem gradientes protônicos e iônicos mais potentes e refinados por causa de seus movimentos e de suas contrações em resposta à gravidade que complementará e até mesmo substituir os gradientes protônicos e/ou iônicos gerados pelas cadeias de transportes de elétrons gravitossintéticas,por permitirem que seus gravitossomos se posicionem mais precisamente em regiões onde as capturas da energia gravitacional são mais intensas,por permitirem que seus gravitossomos se reorientarem precisamente para ficarem sincronizados perfeitamente com novas direções de gravidades,enquanto seus seres vivos se locomovem,por atuarem como amortecedores poderosos que protegem seus gravitossomos e seus componentes contra forças gravitacionais intensas e outros estresses mecânicos,por facilitarem de forma significativa a comunicação entre seus gravitossomos e as demais organelas presentes em seus ambientes,por garantirem que seus gravitossomos fiquem altamente sensíveis à detecção de campos gravitacionais podendo detectarem precisamente suas intensidades e suas frequências e adaptarem assim precisamente as cadeias de transportes de elétrons gravitossintéticas em relação a eles,algo essencial para permitir que eles também detectem precisamente e precosimente estresses ambientais extremos e respondam precisamente e rapidamente a eles,por permitir a evolução de novas vias metabólicas como a transformação de energia mecânica como aquela provinda de vibrações dos ambientes aos redores deles e de correntes d'água e aéreas,por exemplo,em energia química para complementar assim a gravitossíntese,por criarem microambientes altamente especializados dentro de seus gravitossomos e nas cadeias de transportes de elétrons gravitossintéticas que otimizam as atividades enzimáticas gravitossomais e garantirão que as diferentes etapas da gravitossíntese e que as diferentes vias metabólicas gravitossomais não interfiram negativamente umas nas outras,por permitirem que seus gravitossomos armazenem ATPs e outras moléculas energéticas de forma segura em compartimentos especializados para diferentes organelas presentes nelas e apenas liberarão-as nas quantidades ideais apenas quando necessário,por garantirem com maiores precisões que a produção de energia química através da gravidade esteja perfeitamente sincronizada com as necessidades metabólicas de seus seres vivos,por facilitarem de forma significativa a captura coletiva de energia gravitacional por facilitarem a a formação de biofilmes e de agregados,por garantirem que seus gravitossomos se adaptem mais facilmente a campos gravitacionais assimétricos por poderem se contraírem e se expandirem rapidamente em relação a eles,por formarem redes densas ao redor de seus gravitossomos devido aos seus entrelaçamentos que facilitam de forma significativa a captura de energia gravitacional,mesmo em ambientes com baixas intensidades gravitacionais,por converterem energias vibracionais em gradientes iônicos e protônicos para complementarem os gradientes gerados pelas cadeias de transportes de elétrons gravitossintéticas e garantirem a geração de gradientes protônicos e iônicos mais poderosos e estáveis,por facilitarem de forma significativa a reparação das membranas gravitossomais e por segregarem substâncias químicas tóxicas,metais pesados tóxicos,toxinas,íons,radicais livres prejudiciais e sais,por exemplo,em regiões seguras para serem degradadas ou neutralizadas,tornando assim seus gravitossomos mais resistentes a tais estresses ambientais extremos.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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