Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Degradossomos Com Lâminas Semelhantes Às Nucleares Segundo A Ciência
Ao contrário dos seres sem vida,os seres vivos devem por Lei já nascerem com instintos que possibilitam e garantem de forma certeira suas próprias existências,sabendo responderem rapidamente às exigências que suas próprias casas pedirão para eles que permitem um treinamento ainda mais rigoroso que capacitam-os de forma mais precisa e eficiente e um desses instintos é obviamente pensar nas diversas possibilidades que uma mesma perguntar pode possuir para resolver os mesmos problemas como provas com múltiplas respostas para a mesma a pergunta,por exemplo,assim os seres vivos decidiram deixarem ao máximo improvável suas próprias extinções,variando assim seus próprios materiais genéticos para assegurarem que suas próprias espécies tenham respostas mais precisas e eficientes para diversos ambientes e também para os mesmos ambientes,tornando assim suas capacidades variadas e dificultando assim portanto suas próprias extinções,algo essencial que também possibilitou o surgimento de novas espécies de seres vivos com evoluções únicas e exclusivas entre si,permitindo-nos afirmar de maneira convicta de que sempre haverão novas espécies de seres vivos com evoluções singulares desconhecidas entre os seres vivos terráqueos conhecidos tanto aqui na Terra quanto em outros lugares do Universo,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem degradossomos (organelas que armazenam grandes quantidades de proteases e de proteossomos,assim como fatores regulatórios relacionados nelas para degradarem de forma segura proteínas),de modo a trazer vários benefícios evolutivos para seus seres vivos,especialmente pelo fato das lâminas degradossomais tornarem as membranas de seus degradossomos mais estáveis e menos propensas a se colapsarem,a se romperem e a se deformarem,assim como sofrerem vazamentos diante de estresses ambientais extremos,garantindo assim com maiores precisões e eficiências que seus degradossomos possam degradarem de forma fina as proteínas danificadas,defeituosas,mal-dobradas,mal-enoveladas ou tóxicas em ambientes inóspitos para a vida e assegurando assim que seus seres vivos possam sobreviverem nessas situações onde poucos conseguiriam,especialmente pelo fato das lâminas degradossomais protegerem as proteases e os proteossomos armazenados em seus degradossomos contra fatores ambientais e metabólicos extremos e contra a ação delas mesmas,já que outras proteases poderão degradarem acidentalmente umas às outras ao ancorarem precisamente tais proteases e proteossomos nas membranas degradossomais,evitando assim degradações enzimáticas acidentais umas contra as outras e evitando assim também que os proteossomos e as proteases degradossomais degradem acidentalmente proteínas saudáveis,além de garantirem uma degradação proteica altamente luxuosa por ancorarem de forma estratégica proteases e proteossomos de forma a permitir uma degradação sequencial dos substratos,por direcionamente precisamente os substratos para suas enzimas específicas dentro de seus degradossomos e aumentando assim a velocidade,a precisão,a otimização e a eficiência da degradação proteica por minimizar as chances de ocorrerem erros durante a degradação proteica e reduzindo assim a quantidade de energia gasta durante tal processo metabólico e os riscos de difusão aleatória dos substratos que é prejudicial para a degradação proteica,por criarem microambientes altamente especializados dentro de seus degradossomos e microdomínios funcionais especializados que otimizam de forma significativa as atividades enzimáticas das enzimas degradossomais e garantem que seus degradossomos possam degradarem vários tipos de proteínas simultaneamente neles sem interferências indesejáveis entre elas,por permitir ajustes dinâmicos nelas e na degradação proteica para sincronizá-la perfeitamente e precisamente segundo as diferentes condições ambientais e metabólicas,mesmo aquelas extremas,por ancorarem enzimas antioxidantes e detoxificantes próximas dos proteossomos e das proteases e proteger assim a degradação proteica contra substâncias químicas tóxicas,de toxinas,de metais pesados tóxicos e de radicais livres prejudiciais,por facilitarem de forma significativa a difusão de proteínas destinadas a serem degradadas para dentro de seus degradossomos e de produtos provindos da degradação proteica como aminoácidos e peptídeos saudáveis para fora deles de forma refinada e de modo a acelerar o fluxo de moléculas neles,mas de forma controlada,ou seja os substratos apenas entram em seus degradossomos apenas quando necessário e na quantidade ideal assim como os produtos provindos deles,por permitirem o armazenamento temporário de cofatores essenciais para a degradação proteica,por facilitarem a comunicação de forma significativa entre seus degradossomos e as demais organelas presentes em seus ambientes,por facilitarem as divisões e as replicações de seus degradossomos,por ancorarem enzimas do sistema ubiquitina-proteossomo (E1, E2, E3) em regiões próximas aos proteossomos e garantirem assim que as proteínas sejam marcadas com ubiquitina e imediatamente degradadas pelos proteossomos,evitando assim a chance da ubiquitina ser desassociada e tornando assim tais proteossomos com degradações mais seletivas e específicas e maximizar assim a remoção de proteínas indesejadas,por permitirem agregados proteicos seguros de proteases e de proteossomos que reduz os riscos de agregados proteicos disfuncionais ou prejudiciais,enquanto aceleram a limpeza de proteínas prejudiciais em seus seres vivos,por permitirem que seus degradossomos armazenem grandes quantidades de aminoácidos e de peptídeos,por regularem precisamente a atividade das proteases e dos proteossomos de acordo com as diferentes condições ambientais e metabólicas,mesmo aquelas extremas e permitindo assim que elas sejam ativadas e desativadas apenas quando necessário e quando estão na posição correta dentro de seus degradossomos,especialmente aquelas que precisam interagirem com proteínas estruturais para realizarem suas funções metabólicas,por facilitarem de forma significativa a formação de redes complexas de degradossomos e por ancorarem chaperonas de forma refinada ao metabolismo de seus seres vivos e garantirem assim que as proteínas destinadas a serem degradadas sejam reparadas para evitar erros durante suas degradações.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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