Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Lisossomos Com Plastoglóbulos Segundo A Ciência
Um dos maiores alicerces da ciência é sem sombras de dúvidas entender as reais razões que levaram o surgimento do Universo e permitiu assim que ele existisse,buscando assim diversas maneiras de compreender ao máximo as maiores charadas travessas do Cosmos que pregam na própria realidade ao trazer consigo novidades inesperadas e surpreendentes que desafia tudo o que sabemos sobre o funcionamento do Universo,especialmente pelo fato dos ambientes mais inesperados dele poder albergarem a vida e que toda a vida conhecida originou-se deles,essa ideia apesar de parecer absurda,é estranha porque é real,a Terra primitiva era bem extrema para a vida e os seres vivos mais complexos surgiram há apenas 500 milhões nela,daí a importância de estudar ambientes extremos e especialmente pelo fato deles serem locais propícios para a criação de novas formas de vidas com características evolutivas estrambóticas e desconhecidas entre os seres vivos terráqueos conhecidos que desafiam a ciência por causa disso e permitindo-nos afirmarmos de forma convicta que sempre haverão novas formas de vidas com características evolutivas exclusivas e incomuns tanto aqui na Terra quanto em outros lugares da Terra,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem lisossomos com plastoglóbulos neles para beneficiá-los bastante,especialmente pelo fato dos plastoglóbulos lisossomais sintetizarem constamente lipídeos para repararem as membranas lisossomais,tornando-as sempre jovens e seus lisossomos menos propensos a ficarem disfuncionais por estabilizarem suas membranas e tornarem-as menos propensas a sofrerem colapsos,vazamentos,rupturas ou deformações diante de estresses ambientais extremos e garantindo assim que as enzimas lisossomais não vazem para os citoplasmas de suas células (no caso das espécies celuladas) ou para os virioplasmas de seus vírus (no caso das espécies aceluladas) e lhes causem danos graves acidentais,além de garantirem que a digestão lisossomal fique segura e refinada por produzirem antioxidantes lipídicos como carotenoides,por exemplo,que impedirão o acúmulo de radicais livres prejudiciais produzidos acidentalmente pelos seus lisossomos durante suas digestões,além de absorverem lipídeos presentes nos substratos destinados a serem degradados por seus lisossomos e converterem-os em lipídeos de armazenamento ou usá-los para sintetizarem membranas,garantindo assim uma reciclagem e uma utilização refinada de lipídeos e garantindo assim que seus lisossomos mantenham uma homeostase energética estável e refinada assim como suas células (no caso das espécies celuladas) ou seus vírus (no caso das espécies aceluladas) como um todo por armazenarem de forma eficaz componentes químicos lipídicos provindos de substratos degradados por seus lisossomos e utilizá-los para a síntese de lipídeos de membranas de suas células (no caso das espécies celuladas) ou de seus vírus (no caso das espécies aceluladas) ou de suas organelas,aumentando assim a capacidade de crescimento e de reparos de seus seres vivos como um todo e aumentando assim de forma significativa a eficiência da degradação lisossomal e facilitar de forma significativa a síntese de novas organelas por absorverem e armazenarem lipídeos saudáveis para si e impedirem assim que não hajam perdas nos recursos valiosos de seus seres vivos,maximizando assim o uso de recursos de organelas danificadas e até mesmo de patógenos degradados e poupando ao máximo a energia de seus seres vivos,além de ao mesmo tempo permitirem que seus seres vivos sobrevivam por mais tempo em ambientes com escassez nutricional por utilizarem os lipídeos armazenados neles para a produção de energia química através de suas degradações (β-oxidação lipídica),permitindo assim que seus seres vivos regulem precisamente o metabolismo lipídico com suas necessidades de sobrevivências,além disso a presença de plastoglóbulos em lisossomos garantirá que seus seres vivos evitarão competições entre diferentes vias metabólicas nos citoplasmas de suas células (no caso das espécies celuladas) ou nos virioplasmas de seus vírus (no caso das espécies aceluladas) e priorizando assim o suprimento energético e a síntese de membranas para seus seres vivos,além de garantir que seus seres vivos tenham maiores chances de sobreviverem em ambientes extremos por aumentarem de forma significativa suas capacidades de responderem a eles pelo fato dos lisossomos fornecerem diretamente precursores para a síntese de moléculas sinalizadoras lipídicas como prostaglandinas que são sintetizadas nos plastoglóbulos e regularão precisamente o crescimento,as divisões e as respostas de suas células (no caso das espécies celuladas) ou de seus vírus (no caso das espécies aceluladas) aos estímulos ambientais extremos,além disso a presença de plastoglóbulos em lisossomos garantirão que a digestão lisossomal ocorra com maiores eficiências e precisões mesmo em ambientes com pHs variáveis por produzirem moléculas tamponentes que regulam precisamente o pH lisossomal,além de aumentarem a área de superfície de seus lisossomos em relação à degradação de substâncias químicas lipídicas tóxicas e de toxinas lipídicas por absorverem-as e direcionarem-as precisamente para serem degradadas por seus lisossomos e por peroxissomos próximos,aumentando assim a resistência de seus seres vivos à elas,além de ajudarem seus lisossomos a manterem as proporções ideais de lipídeos insaturados e saturados dentro deles e tornarem os lipídeos das membranas lisossomais mais compactados em ambientes bem quentes e mais fluídos em ambientes bem frios e garantirem assim que seus lisossomos fiquem mais resistentes a ambientes com níveis extremos de temperaturas e de radiações,além de garantirem um controle mais preciso e refinado da degradação das organelas presentes em seus ambientes e garantirem que elas sejam degradadas apenas quando necessário,além de facilitarem a biogênese lisossomal,a síntese de lipídeos reprodutivos e garantirem uma reprodução mais bem-sucedida e a formação de embriões viáveis para seus seres vivos e facilitarem a ancoragem de seus lisossomos aos citoesqueletos de suas células (no caso das espécies celuladas) ou aos virioesqueletos de seus vírus (no caso das espécies aceluladas).
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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