Seres Vivos Alienígenas Podem Possuírem Células Ou Vírus Que Apresentam Chaperossomos Com Pilares Proteicos Dentro Deles Segundo A Ciência
Ao contrário da crença popular,várias pessoas antigas acreditavam na existência de seres vivos extraterrestres que não devem serem confundidos com relatos sobre seres vivos paranormais e sobrenaturais do Além como Deus,os deuses ou algum deus (dependendo da cultura referente em si) assim como seus mensageiros como anjos,valquírias e fadas,por exemplo,e defuntos animados na forma material ou não (dependendo do relato) que são bens comuns nas culturas antigas,e alguns desses relatos surpreende-nos por suas naturezas incomuns,por exemplo na cultura nórdica é ensinado que existem três mundos espirituais do Além:Asgard que é habitado pelos deuses Æsir,Vanaheim que é habitado pelos deuses Vanir e Helheim que é habitado pelos defuntos,porém além de Midgard (lugar onde os humanos vivem),há mais cinco mundos habitados por extraterrestres sendo que um deles é habitado por gigantes de fogo (Muspelheim) e o outro é habitado por gigantes de gelo (Niflheim) e atualmente com a descoberta crescente de novas formas de vidas vivendo em locais extremos que desafiam até mesmo a ficção científica por suas naturezas aqui na Terra,revelam-nos que mundos assim estão cada vez mais próximos de serem reais e suas existências revelam-nos que a vida fora da Terra tenderá a possuir evoluções incomuns e inéditas que não são encontradas em nenhum ser vivo terráqueo conhecido,por exemplo algumas espécies alienígenas podem serem formadas por células (no caso das espécies celuladas) ou por vírus (no caso das espécies aceluladas) que possuem chaperonas (organelas que armazenam grandes quantidades de enzimas chaperonas nelas) com pilares proteicos dentro deles para beneficiá-los bastante,especialmente pelo fato dos pilares proteicos reparossomais aumentarem de forma significativa a estabilidade e a resistência das membranas de seus reparossomos para protegê-las assim contra deformações,rupturas,vazamentos e colapsos diante de estresses ambientais extremos,além de garantirem um sistema de dobragem e de refoldagem de proteínas altamente refinado em seus chaperossomos por criarem microambientes altamente especializados dentro deles que otimizam de forma significativa as atividades das chaperonas presentes,enquanto garantem que as diferentes vias metabólicas chaperossomais assim como as diferentes etapas delas não interfiram negativamente umas nas outras,por permitir que seus chaperossomos dobrem uma quantidade bem maior de vários tipos de proteínas simultaneamente neles,por organizarem precisamente e estrategicamente as chaperonas e outras proteínas chaperossomais e facilitarem assim a dobragem de complexos proteicos e de proteínas bem complexas como aquelas com múltiplas subunidades como os ribossomos,por exemplo,por aumentarem a área de superfície de seus chaperossomos e garantirem que eles dobrem uma quantidade muito maior de proteínas,por direcionarem precisamente as proteínas destinadas a serem dobradas ou refoldadas para as chaperonas,por protegerem as chaperonas e outras proteínas chaperossomais contra degradações enzimáticas acidentais e fatores ambientais extremos,por facilitarem a comunicação de seus chaperossomos com as demais organelas presentes em seus ambientes e direcionarem precisamente proteínas recém-dobradas para elas,por direcionarem precisamente proteínas destinadas a serem refoldadas ou dobradas para suas enzimas específicas dentro dos chaperossomos,por armazenarem dentro si grandes quantidades de proteínas destinadas a serem dobradas de forma segura,por garantirem que a dobragem e a refoldagem proteica esteja de acordo com as diferentes condições ambientais e metabólicas,mesmo aquelas extremas,por impedirem o surgimento de agregados proteicos disfuncionais ou prejudiciais formados por chaperonas e seus substratos,por armazenarem cofatores essenciais para as chaperonas dentro deles e por servirem como pontos de ancoragem para tais substratos e impedirem o surgimento de erros durante a dobragem e a refoldagem proteica,especialmente em proteínas bem complexas como os ribossomos que possuem múltiplas subunidades nelas ou na montagem de complexos proteicos,por exemplo.
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AUTOR DO TEXTO:José Aldeir de Oliveira Júnior.

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